Avião-pipa chega a Itacoatiara para combater incêndio no Lago do Canaçari

Aeronave da Defesa Civil do Amazonas tem capacidade para transportar até 2 mil litros de água por viagem; fogo chega ao 17º dia Da Redação – Portal O Login da Notícia Um avião-pipa da Defesa Civil do Amazonas chegou a Itacoatiara, no interior do Estado, nesta quarta-feira (7), para reforçar o combate ao incêndio que atinge a região do Lago do Canaçari. O fogo chega ao 17º dia e continua avançando pela vegetação, próximo a comunidades. A aeronave tem capacidade para transportar até 2 mil litros de água por viagem. O abastecimento está sendo realizado no aeroporto de Itacoatiara, de onde o avião segue para a área atingida para realizar o lançamento de água sobre os focos de incêndio. O reforço aéreo ocorre diante da dificuldade de acesso à região afetada. O local fica a aproximadamente 10 quilômetros da área urbana de Itacoatiara e é cercado por mata fechada, o que dificulta o deslocamento das equipes terrestres. Segundo dados do Painel do Fogo, o incêndio já atingiu aproximadamente 1.103,55 hectares de vegetação. A área corresponde a cerca de 1.545 campos oficiais de futebol. O primeiro registro do incêndio ocorreu em 19 de setembro. Desde então, as chamas vêm se espalhando pela região e chegaram próximas a comunidades, aumentando a preocupação dos moradores. A fumaça provocada pelo fogo também já alcançou a zona urbana de Itacoatiara. Em diferentes momentos, moradores registraram a presença de fumaça nas ruas durante a noite e relataram forte cheiro de queimado. Além da aeronave, equipes terrestres continuam atuando no combate ao incêndio. A operação reúne integrantes da Força Nacional, Corpo de Bombeiros do Amazonas, Defesa Civil e equipes de meio ambiente. Com a chegada do avião-pipa, a estratégia de combate passa a contar também com o apoio aéreo para alcançar pontos de difícil acesso e tentar impedir que as chamas continuem avançando pela região do Lago do Canaçari.

2 mins read

Fogo já destruiu 686 hectares de vegetação e segue ativo em Itacoatiara

A área destruída pelo fogo é equivalente a quase mil campos de futebol (Reprodução/Censipam) Da Redação – Portal O Login da Notícia Um incêndio que atinge a região do Lago do Canaçari, em Itacoatiara, já alcançou aproximadamente 686 hectares de vegetação, área equivalente a quase mil campos de futebol. O fogo permanece ativo após ter sido identificado pela primeira vez em 19 de setembro. Registros feitos no domingo (27) mostram as chamas se espalhando pela mata de várzea e uma extensa camada de fumaça sobre a região. O local atingido fica a cerca de 10 quilômetros do centro de Itacoatiara. LEIA TAMBÉM: Manejo com fogo, contrafogo e queimada – entenda a diferença Segundo o Painel do Fogo, do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), o incêndio começou às margens do Lago do Canaçari e avançou pela área de vegetação nos últimos dias. A orientação é que a população comunique imediatamente qualquer situação de risco ou avanço do fogo para áreas próximas. O incêndio ocorre em meio a outros registros de fogo no município. De acordo com o Painel do Fogo, 22 eventos foram identificados em Itacoatiara durante setembro. Equipes da Força Nacional foram enviadas para a região e passaram a atuar em conjunto com o Corpo de Bombeiros em ocorrências nas áreas urbana e rural. Outro ponto que recebeu atuação das equipes foi a região do Rio Arari, na zona rural de Itacoatiara. Bombeiros, agentes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Defesa Civil e moradores trabalharam durante dois dias, principalmente nas comunidades Ebenézer e Livramento. Na área, o fogo chegou perto de casas e plantações e atingiu mais de 200 hectares, segundo o levantamento utilizado pelas equipes. A situação foi amenizada nos últimos dias após a ocorrência de chuva na região. Conforme o Painel do Fogo, depois da atuação das equipes e das chuvas, não foram identificados novos registros de fogo na área monitorada do Rio Arari. (*) Com Informações da Assessoria

2 mins read

Mapeamento inédito aponta avanço da bioeconomia na Amazônia e destaca desafios para ampliar impacto

O levantamento é resultado das ações do programa EcoAm – Fomentando Ecossistemas de Impacto na Amazônia Da Redação – Portal O Login da Notícia Comunidades amazônicas já sustentam uma economia baseada na floresta em pé e em produtos da sociobiodiversidade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável a partir das realidades locais. Apesar desse avanço, gargalos estruturais seguem limitando a expansão dessas iniciativas. É o que aponta o relatório “Bioeconomia e Territórios da Amazônia”, iniciativa desenvolvida pelo Programa EcoAm e disponível gratuitamente em: https://impact-hub-manaus-1.rds.land/mapeamento-ecoam. O levantamento é resultado das ações do programa EcoAm – Fomentando Ecossistemas de Impacto na Amazônia, criado em 2024 em parceria com o Impact Hub Manaus e o BID Lab, laboratório de inovação do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por meio do Programa Amazônia Sempre, do Instituto Meraki, do Fundo Vale e do SEBRAE Amazonas na região de Tefé-AM.  O EcoAm tem o objetivo de fomentar a bioeconomia em territórios do interior da Amazônia em parceria com o poder público, iniciativa privada e terceiro setor, gerando renda, emprego verde e estratégias de desenvolvimento dos territórios. Junto da produção de conhecimento sobre os territórios, já apoiou 17 negócios da bioeconomia amazônica e destinou R$ 1 milhão em investimentos por meio de duas edições do Lab de Impacto, programa de aceleração voltado ao fortalecimento de empreendimentos que atuam com produtos e serviços ligados à sociobiodiversidade da Amazônia. O processo de construção do mapeamento envolveu mais de 100 entrevistas com lideranças indígenas, empreendedores, representantes de cooperativas, universidades, instituições de pesquisa, órgãos públicos e organizações da sociedade civil. Além disso, foram realizados três encontros presenciais conhecidos como “Vozes que EcoAm”, com momentos de escuta e devolutiva comunitária que reuniram representantes de diferentes organizações e iniciativas locais, fortalecendo conexões entre os territórios e ampliando o diálogo sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia. Para Washington Silva, coordenador do programa, a publicação reflete a proposta da iniciativa de compreender as dinâmicas dos territórios amazônicos para fortalecer ecossistemas locais de bioeconomia e ampliar oportunidades de desenvolvimento sustentável. “O EcoAm nasceu da convicção de que a bioeconomia precisa ser fortalecida a partir dos territórios do interior da Amazônia, para além dos grandes centros urbanos. Antes de investir recursos ou propor soluções, é preciso compreender quem são os atores locais, quais cadeias produtivas movimentam a economia e quais obstáculos ainda limitam seu crescimento. Este estudo contribui para tornar essas realidades mais visíveis e oferece subsídios para que investimentos, políticas públicas e oportunidades estejam cada vez mais conectados às necessidades de cada região”, afirma. De acordo com ele, o Instituto Ñambi foi responsável por desenvolver e conduzir a metodologia da pesquisa, desde o planejamento do trabalho de campo até a realização das entrevistas, análise dos dados e elaboração dos Mapas Estruturantes Integrativos. O objetivo foi compreender como a bioeconomia acontece nos territórios, ouvindo diferentes atores locais e construindo um diagnóstico que possa apoiar políticas públicas e fortalecer a bioeconomia amazônica. Já a cofundadora do Impact Hub Manaus, Juliana Teles, também destaca o propósito de ampliar a compreensão sobre a bioeconomia a partir das experiências construídas nos próprios territórios. “A bioeconomia não é um conceito distante para quem vive na Amazônia. Ela já está presente no cotidiano das comunidades, nas feiras, nos rios, nos quintais, nas cooperativas e nas cadeias produtivas construídas a partir da floresta em pé. O que encontramos foi uma Amazônia múltipla, criativa e profundamente conectada aos seus modos de vida, onde cultura, conhecimento tradicional, empreendedorismo, inovação e conservação ambiental caminham juntos e revelam a dimensão e a complexidade desse território”, destaca. Os territórios A escolha dos territórios visa representar diferentes expressões da Amazônia. Os três territórios reúnem contextos sociais, econômicos e ambientais distintos, além de contarem com universidades, centros de pesquisa, cooperativas, organizações locais e redes que atuam no fortalecimento da bioeconomia. Em Ji-Paraná (RO), a bioeconomia está fortemente associada à agricultura familiar e a cadeias produtivas como café, cacau, castanha, mel e pescado. O estudo identificou pelo menos 25 empreendimentos ligados à bioeconomia em atividade no território, evidenciando um movimento de reconexão com a floresta e de construção de alternativas econômicas sustentáveis. Entre os principais desafios estão a ampliação dos canais de comercialização, a criação de novos negócios e a incorporação de tecnologias às cadeias da bioeconomia. O documento apontou que Rio Branco (AC) possui um ambiente favorável à inovação. Segundo dados do SEBRAE, o território abriga cerca de 81 startups de bioeconomia atuando em segmentos como alimentos, cosméticos, biotecnologia e nanotecnologia. A presença de universidades, centros de pesquisa e empreendedores cria condições para que a capital acreana se consolide como um polo de geração de negócios de alto valor agregado na Amazônia. O desafio, de acordom com a pesquisa, é fortalecer a conexão entre pesquisa, mercado, investimentos e comunidades para que iniciativas promissoras avancem para estágios mais robustos de crescimento. Já em Tefé (AM), a bioeconomia está diretamente ligada ao cotidiano das populações ribeirinhas e ao ritmo das cheias e vazantes dos rios. O relatório destaca cadeias estruturantes como a farinha de Uarini e o manejo sustentável do pirarucu, reconhecidos nacionalmente por sua relevância econômica e cultural. O território também evidencia o protagonismo de associações comunitárias, mulheres empreendedoras e jovens que articulam conhecimentos tradicionais e novas tecnologias. Entre os desafios identificados estão o fortalecimento da gestão comunitária, a melhoria dos processos produtivos e a ampliação do acesso a mercados. O que o estudo revela Ao longo de mais de 50 páginas, o relatório evidencia a diversidade social, econômica, cultural e geográfica presente nos três territórios analisados. Ao mesmo tempo, revela desafios compartilhados relacionados ao acesso a crédito, infraestrutura, assistência técnica, logística, comercialização e integração de políticas públicas. O mapeamento também apresenta um panorama das cadeias produtivas ligadas à bioeconomia nos três municípios observados. Entre elas estão atividades relacionadas ao cacau, castanha-do-Brasil, café amazônico, mel e apicultura, horticultura orgânica, polpa de frutas, manejo do pirarucu, agricultura familiar, turismo de base comunitária, cosméticos naturais, biojoias, óleos vegetais e artesanato tradicional. Em Ji-Paraná (RO), o estudo mostra um território marcado pelo avanço urbano e pelos impactos históricos do

11 mins read

Governador do AM coordena reunião Comitê de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais

Órgãos estaduais apresentaram as ações que já estão sendo executadas e o planejamento para o enfrentamento da estiagem nos próximos meses Da Redação – Portal O Login da Notícia O governador Roberto Cidade coordenou, nesta sexta-feira (14/08), no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), mais uma reunião do Comitê de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais no Amazonas para alinhar ações de voltadas a mitigação dos efeitos da estiagem que já teve início no estado. Os órgãos estaduais envolvidos na atuação preventiva e na resposta aos impactos provocados pela redução do nível dos rios nos próximos meses. “Hoje fizemos uma reunião geral com quase todas as secretarias do Governo do Amazonas e cada uma destacou como pode colaborar para que a gente possa chegar mais rápido lá na ponta, levando insumos, alimentos, combustível, kits de higiene, proteína, para o nosso povo nesse momento tão crítico em que eles ficam isolados. Recentemente, fui ao Governo Federal, para que a gente possa trabalhar em conjunto, Governo Federal, Estadual e Municípios para minimizar o sofrimento do nosso povo, lá na ponta, nas comunidades, nos municípios mais longínquos”, destacou o governador. Desde abril, o Governo do Amazonas realiza reuniões técnicas e ações de planejamento com órgãos públicos, instituições privadas e municípios para reduzir os impactos da seca sobre a população. No início de junho foi decretado de Estado de Emergência Climática e Ambiental em caráter preventivo no Amazonas. Ações de prevenção A Defesa Civil do Amazonas vem atuando com ações de preparação, monitoramento e apoio aos municípios. Até o momento, os 62 municípios do estado receberam capacitações em diferentes temáticas, como planos de contingência, orientações para decretos de situação de emergência e outros procedimentos de prevenção. Como parte do monitoramento dos níveis dos rios, 16 municípios receberam réguas linimétricas instaladas pela Defesa Civil do Amazonas. O sistema de alerta também registrou 328 alertas, sendo 103 de natureza hidrológica, 134 geológica e 91 meteorológica. Na área de segurança hídrica, 243 purificadores de água já foram entregues em 2026, distribuídos pelas calhas do Alto Solimões (28), Médio Solimões (40), Baixo Solimões (29), Juruá (10), Purus (7), Madeira (8), Médio Amazonas (53), Baixo Amazonas (50) e Negro (18). Para o atendimento direto à população durante o período de estiagem, o Planejamento Humanitário Operacional será executado em quatro fases. A primeira, com mobilização entre agosto e outubro, atenderá os municípios das calhas do Alto Solimões, Juruá e Purus. A segunda fase, entre agosto e novembro, contemplará Madeira, Médio Solimões e Baixo Solimões. A terceira, com mobilização entre setembro e novembro, atenderá Médio Amazonas e Baixo Amazonas. Já a quarta fase, entre novembro e fevereiro, será destinada à calha do Rio Negro. A assistência humanitária prevê a distribuição de cestas básicas, kits de higiene, kits de limpeza, carne e frango, além de ações de abastecimento e segurança hídrica, com disponibilização de caixas-d’água de 500 litros e purificadores de água. O cronograma foi estabelecido de acordo com as análises técnicas quanto ao comportamento dos rios em cada uma dessas regiões. O secretário de Estado da Defesa Civil do Amazonas, coronel Mauro Freire, ressaltou que as medidas reforçam a atuação antecipada do Estado para garantir assistência à população. “Nós da Defesa Civil já estamos monitorando esse fenômeno há algum tempo, para tentar minimizar justamente esses impactos. Esse é um trabalho integrado, uma união de forças para poder dar uma resposta positiva para as pessoas que vão necessitar de ajuda”, disse. Já o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) também intensificou as atividades de prevenção, preparação e resposta relacionadas aos incêndios florestais e queimadas, fenômenos que tendem a se agravar durante períodos de seca prolongada. Nos últimos anos, a corporação ampliou significativamente sua estrutura operacional. Entre 2025 e 2026, o número de municípios atendidos por bases permanentes passou de 11 para 25. Já o efetivo saltou de 692 militares, em 2019, para 1.537 servidores em 2025. A Operação Amazonas Mais Verde 2026 mantém uma média diária de quase 500 homens empregados nas ações de serviço, com atuação concentrada no interior do Estado. A operação também conta com apoio logístico de cerca de 150 viaturas. Segundo o comandante-geral do CBMAM, coronel Orleiso Muniz, a atuação demonstra a ampliação da capacidade operacional e logística da corporação, com prioridade para o atendimento e a atuação preventiva. “Esse é um serviço muito bem planejado, organizado e que tem se refletido nos números. Até o presente momento, atendemos menos de 600 ocorrências de incêndios no interior do estado e esse número é fruto dessa expansão e do trabalho de educação ambiental desenvolvido”, destacou o comandante, ressaltando que já há um O planejamento para implantar quarteis em mais sete municípios. Monitoramento ambiental e combate às queimadas A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) estão responsáveis por intensificar ações de monitoramento ambiental, fiscalização, orientação técnica e medidas de prevenção e mitigação relacionadas à estiagem, aos incêndios florestais, às queimadas e à degradação dos recursos naturais. O diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, ressaltou a atuação integrada dos órgãos ambientais e de segurança para monitorar áreas críticas e orientar produtores rurais. “O importante da atuação do Ipaam é principalmente a integração entre as secretarias. E nós já estamos planejando uma ação de fortalecimento voltada para a regularização de agricultores e produtores. Ao mesmo tempo, também estamos atuando nas denúncias, nos focos de calor e queimada, no combate às irregularidades e àquelas pessoas que causam algum crime ambiental”, assinalou. O Governo do Amazonas também atua de forma integrada por meio de operações coordenadas pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM). Entre as iniciativas estão a Operação Protetor dos Biomas, executada pelo CBMAM, e a Operação Tamoiotatá, realizada na região sul do estado, com atuação nos municípios de Humaitá e Apuí, em parceria com a Sema e o Ipaam, com foco na orientação, prevenção e enfrentamento de incêndios e queimadas. “Nós atuamos de forma bastante incisiva nessas mudanças climáticas e a secretaria coordena todas as ações, junto com à

11 mins read

Incêndio em vegetação mobiliza Bombeiros próximo a escola em Itacoatiara

As chamas atingiram um matagal e um terreno localizado nas proximidades da Escola Chibly Abrahim Da Redação – Portal O Login da Notícia Um incêndio de grandes proporções em uma área de vegetação e em um terreno baldio mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) na manhã desta quinta-feira (6), na Rua Rio Solimões, no bairro Mamoud Amed, em Itacoatiara, no interior do Amazonas. As chamas atingiram um matagal e um terreno localizado nas proximidades da Escola Chibly Abrahim, provocando uma intensa fumaça que chamou a atenção de moradores da região. Em nota, o CBMAM informou que a ocorrência foi atendida por seis militares, com o apoio de duas viaturas. Para controlar e extinguir o incêndio, a equipe utilizou aproximadamente 4.500 litros de água, além de abafadores e bombas costais. Após o trabalho de combate, o fogo foi completamente controlado, evitando que as chamas se espalhassem para áreas vizinhas. As causas do incêndio não foram informadas. Não houve registro de feridos.

1 min read

Onça é flagrada tentando atacar cachorro em sítio no interior do Amazonas

O caso aconteceu por volta das 5h da última terça-feira (28) Da Redação – Portal O Login da Notícia Uma onça foi flagrada por uma câmera de segurança ao tentar atacar um cachorro em um sítio localizado no Ramal do Tubira, no município de Rio Preto da Eva, no interior do Amazonas. O caso aconteceu por volta das 5h da última terça-feira (28). As imagens registradas pelo sistema de monitoramento mostram o momento em que o felino se aproxima silenciosamente do quintal da propriedade. Em seguida, a onça avança em direção a um cachorro que dormia no local. Ao perceber a aproximação do animal, o cão acorda assustado e começa a latir. Com a reação, a onça recua e deixa a área sem atacar o cachorro. Outro cão que também estava no quintal corre para dentro do imóvel ao notar a presença do felino. Apesar do susto, nenhum animal ficou ferido. O registro reforça o alerta para moradores de áreas rurais sobre a presença de animais silvestres nas proximidades de propriedades localizadas em regiões de mata.

1 min read

Árvores ajudam a enfrentar as altas temperaturas do Verão Amazônico

Áreas arborizadas ajudam a reduzir a sensação de calor, proporcionam conforto térmico e tornam os espaços urbanos mais agradáveis durante o Verão Amazônico Da Redação – Portal O Login da Notícia Com a chegada do Verão Amazônico, as altas temperaturas voltam a desafiar quem circula e vive nas cidades, onde a falta de áreas verdes intensifica a sensação de calor e reduz o conforto térmico. Empreendimentos que preservam os recursos naturais contribuem para criar ambientes mais agradáveis e equilibrados. O Smart Gran Park, da Smart Empreendimentos, localizado no bairro Lago Azul, na zona Norte, se destaca pela preservação de igarapés e por contar com mais de 100 mil metros quadrados de área verde. A falta de arborização em Manaus causa fortes ilhas de calor, com temperaturas até 10ºC acima das áreas de floresta. O excesso de asfalto, concreto e crescimento urbano sem planejamento favorece o calor. Mato Grosso do Sul (92,5%) é o único estado com percentual acima de 90% de arborização. As menores marcas estão com Sergipe (38,6%), Santa Catarina (41%), Acre (42,1%) e Amazonas (44,6%), conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Árvores e SaúdeA presença de árvores e áreas verdes ajuda a baixar a temperatura e cria caminhos com ar mais fresco. Isso melhora a experiência de caminhar e conviver nas áreas comuns de condomínios como o Smart Gran Park. Ficar muito tempo preso em lugares fechados e artificiais aumenta a ansiedade e prejudica o descanso. A proximidade com o verde mostra que a natureza tem um papel fundamental para relaxar o corpo e a mente. No Smart Gran Park o paisagismo foi planejado para ser o coração verde do lugar. O espaço pode ser utilizado para caminhadas, exercícios ao ar livre e momentos de descanso que ajudam a aliviar o cansaço da rotina. O bairro planejado conta com vias amplas e asfaltadas, iluminação pública, rede de abastecimento de água, sistema de drenagem e esgotamento sanitário. Associação de MoradoresUma Associação de Moradores será criada para administrar o bairro Smart Gran Park e representar os interesses da comunidade. A entidade terá papel importante na organização do bairro, na manutenção dos espaços comuns e no cumprimento das normas de convivência. A gestão compartilhada contribui para evitar problemas como descarte irregular de lixo, vandalismo e falta de conservação das áreas coletivas. Também será responsável por incentivar ações de preservação das áreas verdes e dos igarapés. Mais informações podem ser obtidas no @smart.empreendimentos ou indo diretamente Sobre a Smart EmpreendimentosA Smart Empreendimentos é uma empresa que atua em mais de 10 estados do Brasil, com mais de 22 mil lares entregues, e tem como prioridade o bem-estar de seus colaboradores, parceiros e clientes. A empresa acredita que o lucro deve ser consequência de práticas que beneficiem todas as partes envolvidas, sempre focando na criação de um futuro melhor para as próximas gerações. Mais do que construir imóveis, a Smart constrói um ambiente de confiança e crescimento, buscando deixar um impacto duradouro tanto em suas comunidades locais quanto em uma possível atuação global. (*) Com informações da assessoria

3 mins read
YouTube
YouTube
Instagram
WhatsApp
error: Você não tem permissão para copiar o conteúdo desta página, obrigado!!! You do not have permission to copy the content of this page, thank you!!