Auxílio a pescador atingido por estiagem no Norte começa a ser pago

Região teve a pior seca dos últimos 43 anos (Rafa Neddermeyer/Agência Brasil) Da Redação – Portal O Login da Notícia O governo federal iniciará, a partir desta quarta-feira, 6, o pagamento do auxílio extraordinário para pescadores artesanais afetados pela estiagem (foto) na Região Norte. Este direito é válido para quem tem seguro defeso concedido até 1º de novembro, referente ao ciclo passado (setembro de 2022) e ao atual. O crédito será depositado em parcela única de R$ 2.640 na conta bancária do beneficiado. A primeira leva, a ser depositada nesta quarta-feira, será paga para quem tem Cadastro de Pessoa Física (CPF) terminado em 0, 1, 2 e 3. Na quinta-feira (7), serão feitos os depósitos para beneficiados cujo CPF termina com os números 4, 5 e 6; e na sexta-feira (8), serão contemplados os pescadores com CPFs terminados em 7, 8 e 9. O benefício está previsto na Medida Provisória 1.192, e contempla pescadores que moram nos estados do Acre, Amazonas, Amapá e Pará. A seca pela qual passa a Região Amazônica é considerada “a pior dos últimos 43 anos”, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Lista de municípios atendidos Acre: Acrelândia, Assis Brasil, Brasiléia, Bujari, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Plácido de Castro, Porto Acre, Porto Walter, Rio Branco, Rodrigues Alves, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira, Senador Guiomard, Tarauacá e Xapuri. Amazonas: Anori, Atalaia do Norte, Autazes, Barcelos, Barreirinha, Benjamin Constant, Beruri, Boa Vista do Ramos, Boca do Acre, Borba, Carauari, Careiro, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Eirunepé, Envira, Fonte Boa, Guajará, Humaitá, Ipixuna, Iranduba, Itacoatiara, Itamarati, Japurá, Juruá, Jutaí, Lábrea, Manacapuru, Manaus, Manicoré, Maraã, Nhamundá, Nova Olinda do Norte, Novo Airão, Novo Aripuanã, Parintins, Rio Preto da Eva, Santa Isabel do Rio Negro, Santo Antônio do Içá, São Paulo de Olivença, São Sebastião do Uatumã, Silves, Tabatinga, Tapauá, Tefé, Uarini, Urucará e Urucurituba. Amapá: Amapá, Tartarugalzinho Pará: Alenquer, Almeirim, Aveiro, Belterra, Bom Jesus do Tocantins, Curuá, Faro, Itaituba, Jacareacanga, Juruti, Mojuí dos Campos, Monte Alegre, Óbidos, Oriximiná, Pacajá, Porto de Moz, Prainha, Rurópolis, Santarém e Terra Santa. (*) Com informações da Agência Brasil

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Jornalista critica memes sobre governador questionar uso do nome da ‘Amazônia’ por empresário estrangeiro

“A gente precise parar aquela síndrome de vira-lata e dizer que de fora é o que presta e o da gente não”, disse a jornalista (Reprodução/BandNews) Bruno Pacheco – Portal O Login da Notícia ITACOATIARA (AM) – A jornalista, radialista e empresária Paula Litaiff criticou, nesta segunda-feira, 4, os memes que viralizaram sobre a fala do governador do Amazonas, Wilson Lima (UB), do Amazonas, por ele afirmar que iria questionar o empresário estadunidense Jeff Bezos pelo uso do nome do Estado pela empresa multinacional Amazon. “Num Japão, por exemplo, quem utiliza um termo ou produtos deles, que se registra a patente, eles vão para cima, questionam, confrontam. Eles têm essa cultura ancestral de pertencimento, que é aquilo que falta aqui ao amazônida”, afirmou a jornalista, durante participação no programa BandNews Amazônia, da rádio Band News. Paula Litaiff disse ainda que considera normal um sulista deboche da fala do governador, mas não alguém da região. “Eu não entendo o amazônida debochar, porque eu acredito que a gente precise parar aquela síndrome de vira-lata e dizer que de fora é o que presta e o da gente não”, continuou. Entenda Na última quarta-feira (29), o govenador Wilson Lima afirmou que iria à COP28, realizada de 30 de novembro a 12 de dezembro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o uso do nome do Amazonas pela marca Amazon. O governador chegou a afirmar que a empresa deveria pagar algum valor pelo uso do nome. “A Amazon usa o nome do Amazonas, da Amazônia. Quanto é que a gente ganha por isso? A gente tem que saber, esse é um dos questionamentos que a gente vai fazer lá”, declarou o governador. A declaração, contudo, acabou virando meme nas redes sociais e o caso foi parar no noticiário nacional. Nesta segunda-feira, a apresentadora do programa Encontro, da TV Globo, falou sobre o assunto e, em tom de deboche, disse que “não vai dar atenção para isso”.

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Amazonas sedia a Assembleia Geral do 26º Fórum dos Governadores da Amazônia Legal

Da Redação – Portal O Login da Notícia MANAUS – Nesta sexta-feira, 10, o Amazonas sedia a Assembleia Geral do 26º Fórum de Governadores da Amazônia Legal. O encontro dos gestores estaduais acontece no Centro de Convenções Vasco Vasques, com discussões focadas na preservação da região amazônica e população local como protagonista. Entre os temas em debate estão Agricultura, Meio Ambiente, Segurança Pública e Fazenda. O Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal é uma iniciativa conjunta dos governadores dos nove estados que compõem a Amazônia Legal para criar e impulsionar o desenvolvimento, Meio Ambiente, Segurança Pública e Fazenda. Após a reunião, o governador Wilson Lima vai conceder coletiva de imprensa para apresentar as propostas debatidas durante a assembleia.

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Plano de Bioeconomia vai apoiar comunidades tradicionais atingidas pela estiagem

Da Redação – Portal O Login da Notícia MANAUS – A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) participou da segunda fase do Workshop de Planejamento em Bioeconomia, promovido pela Força-Tarefa de Governadores para o Clima e Florestas (GCF Task Force). O encontro ocorreu nesta segunda-feira (06/11), em Manaus, com o objetivo de levar adiante as discussões fomentadas durante a primeira reunião, bem como adicionar novas propostas, levando em conta o cenário atual de estiagem no Amazonas. O grupo, formado por instituições representantes do estado, da Força-Tarefa GCF, startups, indústrias, agentes, pesquisadores e técnicos ambientais, discorreu sobre os próximos passos a serem tomados, áreas prioritárias para o modelo de políticas públicas, além de questões referentes à justiça climática. Segundo o secretário de Estado de Meio Ambiente, Eduardo Taveira, as populações mais vulneráveis são as que mais sofrem com os impactos ambientais. “A bioeconomia tem que conectar extrativismo, cadeia de floresta em pé, obviamente tem que conectar startups que possam assegurar preço justo, para que isso chegue no mercado sem concentrar a qualidade, quantidade de recursos e de lucro na mão de quem está apropriado do uso da tecnologia, sem remunerar o conhecimento tradicional associado”, afirmou. O primeiro Workshop, ocorrido em julho, discutiu sobre o incentivo a cadeias produtivas locais, produção rural aliada à conservação ambiental, elaboração de um mapa estratégico da bioeconomia, entre outros temas. Nesta reunião, foram apresentadas novas pautas para aperfeiçoamento dos trabalhos. O Plano deve ser apresentado na 28ª Conferência das Partes (COP28), em Dubai, em novembro deste ano. A diretora de projetos da GCF Task Force, Colleen Lyons, explicou que o plano de bioeconomia proposto ao Amazonas une políticas públicas, indústrias, tecnologia e inovação das universidades, sociedade civil e necessidades da população, abrangendo todo o estado. “O Amazonas é o maior estado da Amazônia Legal, 96% de sua área ainda é floresta. E, se quisermos manter a natureza, precisamos de opções econômicas que se encaixem na realidade da população. É por isso que o Estado pode ser um exemplo para outros locais que procurem desenvolver a bioeconomia baseada na floresta em pé”, disse Colleen Lyons. Segundo a diretora da Task Force, outros lugares, outros biomas, precisam trabalhar na restauração e recuperação das áreas de mata. Se no Amazonas forem encontradas ideias econômicas, isso trará esperança para outros lugares. Enfrentamento à estiagem Com a estiagem e as mudanças climáticas que afetam o Amazonas,  foi trazida à mesa a necessidade de medidas rápidas de apoio socioeconômico às populações amazonenses. Eduardo Taveira deu destaque para a conservação das atividades econômicas de baixo impacto ambiental em desenvolvimento nas comunidades tradicionais. “Essa é uma agenda que tem que ser compatível com as atividades econômicas que possam suportar um modelo de sustentabilidade efetiva a partir dessa valorização da floresta em pé. Se essas ações não estiverem vinculadas à melhoria efetiva da qualidade de vida de quem cuida da floresta, iremos continuar repetindo os mesmos ciclos”, declarou. Segundo Colleen Lyons, é necessário, além das pautas já apresentadas, pensar em estratégias de mitigação da crise climática, trazendo valor econômico para a floresta em pé; e adaptação logística, para acesso a recursos alimentícios, água e insumos básicos. “Essas duas ações juntas são muito diferentes do que começamos a trabalhar em julho. Na época, o rio estava cheio, pensávamos que o plano proposto seria uma nova oportunidade. Agora é uma necessidade, é uma crise, precisamos desenvolver opções de bioeconomia nesse momento”, completou.

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Vídeo: Manifestantes bloqueiam trecho da BR-319 e causam engarrafamento

Bruno Pacheco – Portal O Login da Notícia MANAUS – Na manhã desta sexta-feira, 3, moradores bloquearam trecho do KM 235 da estrada BR-319, que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO). A informação foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal do Amazonas (PFR-AM). Os manifestantes reivindicam melhorias na rodovia federal e exigem asfaltamento urgente, antes da chegada do período chuvoso na Amazônia. “O KM 235 da BR-319 está totalmente interditado devido a uma manifestação de populares no local”, confirmou a PRF-AM, em nota. Segundo um vídeo compartilhado nas redes sociais por um caminhoneiro, a manifestação causou um grande engarrafamento na via. Nas imagens, é possível ver uma fila de carros, ônibus e caminhões na pista, que foi bloqueada com barro. “Foi fechado aqui. A população reivindicando a questão do asfalto aqui na BR-319, que agora no verão é muito bom, mas no inverno a bronca é alta. Só quem mora aqui no Igapó-açú sabe como é. E outra coisa, a questão de escola, os alunos ficam abandonados”, disse o homem.

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Tragédia: 11 adultos e 1 bebê estavam em avião que caiu e explodiu no Acre

Da Redação – Portal O Login da Notícia MANAUS – Um avião de pequeno porte, modelo Caravan, caiu e deixou 12 mortos na manhã deste domingo, 29, próximo ao Aeroporto de Rio Branco, no Acre. A aeronave, que tinha como destino o município de Envira, no Amazonas, levava 10 passageiros, sendo 9 adultos e 1 bebê, além dois tripulantes, piloto e copiloto. Em nota, o governo do Acre disse que o voo era particular, da empresa ART Taxi Aéreo. “Após o acidente, a guarnição do Corpo de Bombeiros que fica baseada no aeroporto foi imediatamente acionada pelo Centro de Operações Aéreas (Ciopaer), além da guarnição do 3° Batalhão, do bairro Ruy Lino, o mais próximo do aeroporto”. “Ambulâncias do Samu, viaturas da Polícia Militar e um helicóptero do Ciopaer também se deslocaram até o local para auxiliar nas ações de resgate. O que se sabe até o momento é que as vítimas morreram carbonizadas e as causas do acidente serão investigadas pelas agências competentes”, disse, em nota, o governo acreano.

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Para ajudar populações impactadas pela estiagem no AM, DJ Alok doa dinheiro de show que vai realizar em Manaus

Da Redação – Portal O Login da Notícia MANAUS – A Fundação Amazônia Sustentável (FAS), por meio da Aliança Amazônia Clima, anunciou nessa quarta-feira, 25, que recebeu a doação do valor integral do show do DJ Alok, que será realizado no dia 1º de novembro, em Manaus (AM), para o atendimento às populações ribeirinhas do Amazonas que vivem os desafios da estiagem extrema. A doação é viabilizada por meio do Instituto Alok, que ajudará na compra de cestas básicas, materiais para construção e sistema de captação e tratamento de água, medicamentos e galões de água. Segundo Victor Salviati, superintendente de Inovação e Desenvolvimento Institucional da FAS, “este é o retrato da injustiça climática: os que menos contribuíram para o aquecimento global são os que mais sofrem. O apoio do DJ Alok se juntará a uma rede de solidariedade ativa para garantir alimentos, itens de higiene, e água para a população que sofre os impactos da seca neste momento desafiador”.  Diante de uma temporada de estiagem severa, organizações da sociedade civil juntaram-se na iniciativa chamada Aliança Amazônia Clima, coordenada pela Fundação Amazônia Sustentável. Nesta ação conjunta, a aliança está angariando doações de artigos essenciais e destinando às comunidades mais afetadas pela seca.  Como ajudar   A Aliança Amazônia Clima está arrecadando alimentos não perecíveis, água potável e valores financeiros para compra de itens de necessidade básica em apoio às comunidades afetadas pela seca extrema na região. As doações podem ser entregues na sede da FAS, localizada na Rua Álvaro Braga, 351, bairro Parque Dez, em Manaus (AM). As contribuições financeiras podem ser feitas por meio da chave PIX 03351359000188 – Fundação Amazônia Sustentável e pelo site bit.ly/doe-amazonia.    Sobre a FAS   A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua pelo desenvolvimento sustentável da Amazônia por meio de programas e projetos nas áreas de educação e cidadania, saúde, empoderamento, pesquisa e inovação, conservação ambiental, infraestrutura comunitária, empreendedorismo e geração de renda. A FAS tem como missão contribuir para a conservação do bioma pela valorização da floresta em pé e de sua biodiversidade e pela melhoria da qualidade de vida das populações da Amazônia. Em 2023, a instituição completa 15 anos de atuação com números de destaque, como o aumento de 202% na renda média de milhares famílias beneficiadas e a queda de 40% no desmatamento em áreas atendidas entre 2008 e 2021.  Sobre o Instituto Alok  O Instituto Alok, criado no final de 2020, apoia ações sociais, culturais e ambientais no Brasil, na África e na Índia. Além de focar prioritariamente nos projetos com os povos indígenas do Brasil, atua em incentivo ao empreendedorismo, à gastronomia social (segurança alimentar) e ao desenvolvimento humano (saúde e educação, entre outros).

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