No AM, trio é preso após jogar bomba contra professores que realizavam protesto em Manaus
Os suspeitos jogaram uma bomba tipo catolé nos educadores.
Os suspeitos jogaram uma bomba tipo catolé nos educadores.
Em diversas cidades do Estado, a categoria realizou manifestações
Tribunal acolheu, em parte, habeas corpus da defesa dos três acusados
Lista inclui aspartame, sacarina, sucralose, stevia e derivados
Lei foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União
Boletim foi divulgado nessa terça-feira (16/05)
As inscrições, on-line, acontecem nesta quarta-feira (17/05), das 8h às 23h59 pelo site https://cursos.cetam.am.gov.br.
Os funcionários temem a perda de empregos e da oferta de serviços, além da queda na qualidade dos atendimentos.
Da Redação – Portal O Login da Notícia* BRASIL – Após deflagração de operação na Terra Indígena (TI) Karipuna, em Rondônia, resultado de articulação interministerial, os indígenas que vivem no local temem sofrer retaliação por parte dos invasores, tão logo os agentes se retirem do local. A ação teve início na última quinta-feira (11) e conta com a atuação da Polícia Federal, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Adriano Karipuna, um dos líderes que fazem a defesa do território, acredita que a segurança da comunidade pode ser mantida com vigilância constante, tanto terrestre como fluvial, e a reativação do posto que a Funai mantinha na TI, que deixou de funcionar em 2017, por reação dos invasores, que o incendiaram. Segundo apuração da Agência Brasil, os Karipuna de Rondônia – que não têm relação com os do Amapá – têm, atualmente, uma população de 62 pessoas. O número reduzido evidencia a agressividade que a presença de não indígenas em sua terra, homologada em 1998, representa para os indígenas desta etnia. Em entrevista, o líder karipuna informou que os intrusos destruíram uma ponte que dava acesso ao território indígena, através do distrito de União Bandeirantes, município de Porto Velho. “Por essa razão é que temos receio. Como é que vai ficar depois?”, questionou, com preocupação. “Não adianta cumprir aquela fase e os karipuna ficarem sozinhos, de novo, como diz o senso comum, apagando fogo. Para continuar a proteção, eles têm que continuar fazendo a fiscalização e vigilância”, acrescentou. Para Adriano, é igualmente fundamental a convocação de um efetivo que saiba lidar com problemas típicos de fronteira – a TI Karipuna fica próxima à fronteira do Brasil com a Bolívia. Outro aspecto abordado pela liderança karipuna é a necessidade de reconstrução de 12 casas de sua única aldeia, a Panorama, que tiveram a estrutura abalada após enchentes, sendo a última delas em março deste ano. Segundo Adriano, com a destruição das casas na primeira enchente, em 2014, muitas famílias deixaram a aldeia e não voltaram. (*) Com informações da Agência Brasil
Os vereadores da Câmara Municipal de Itacoatiara (CMI), no interior do Amazonas, criticaram a prefeitura da cidade