El Niño coloca três furacões ativos ao mesmo tempo no Oceano Pacífico

Karina, Lowell e Marie estão simultaneamente sobre o oceano, e dois deles alcançaram as categorias mais altas da escala Saffir-Simpson (Foto: NOAA/NESDIS (Live Huricane Tracker)) Da Redação – Portal O Login da Notícia Um fenômeno incomum chama atenção no Oceano Pacífico: os furacões Karina, Lowell e Marie estão ativos ao mesmo tempo na região. A ocorrência não era registrada desde 2015, outro período marcado por um forte episódio de El Niño. A atuação simultânea dos sistemas está relacionada ao aquecimento anormal das águas do Pacífico provocado pelo El Niño, que também reduz o cisalhamento do vento. Essas condições favorecem a formação, a organização e o fortalecimento de tempestades tropicais e furacões. O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC) monitora os três sistemas, distribuídos entre o Pacífico Oriental e Central. Lowell é o mais intenso e chegou à categoria 5. Nesta quinta-feira, permanece como furacão de categoria 4, com ventos sustentados de aproximadamente 220 km/h. Karina segue como furacão em alto-mar e se desloca para oeste, com previsão de enfraquecimento gradual. Marie também permanece ativa, próxima à região da Baixa Califórnia. Nenhum dos três sistemas tem previsão de atingir diretamente o continente americano. No entanto, parte do Havaí já está dentro do cone de previsão de Lowell. O NHC alerta para a possibilidade de ondas fortes e correntes de retorno perigosas nas ilhas nos próximos dias. As autoridades continuam acompanhando as trajetórias e possíveis mudanças na intensidade dos furacões. Fonte: NOAA / GOES / NASA.

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Lança-chamas: a arma que aterrorizou campos de batalha do século XX

Da Redação – Portal O Login da Notícia Poucas armas ficaram tão associadas ao medo nos campos de batalha quanto o lança-chamas. A imagem de soldados carregando equipamentos capazes de projetar fogo contra posições inimigas se tornou um dos retratos mais marcantes das guerras do século XX. Embora o uso do fogo como instrumento de combate seja muito mais antigo, o lança-chamas portátil moderno ganhou destaque durante a Primeira Guerra Mundial. Segundo a International Encyclopedia of the First World War, publicação acadêmica da Freie Universität Berlin com pesquisa do historiador Paul Cornish, do Imperial War Museums, o uso de lança-chamas portáteis em combate foi uma inovação daquele conflito, com o Exército alemão assumindo a liderança no desenvolvimento e emprego da arma. Os primeiros modelos eram empregados principalmente contra trincheiras, abrigos e posições fortificadas. Os alemães utilizaram lança-chamas em ataques durante a Primeira Guerra Mundial, incluindo operações em Malancourt e Verdun. Outros países também desenvolveram ou empregaram equipamentos semelhantes ao longo do conflito. A arma buscava não apenas atingir posições inimigas, mas também produzir um forte efeito de choque durante os ataques. A experiência acumulada na Primeira Guerra Mundial contribuiu para a continuidade do desenvolvimento dos lança-chamas nas décadas seguintes. Durante a Segunda Guerra Mundial, o equipamento voltou a ser empregado em diferentes frentes de combate. O Smithsonian Institution mantém registros históricos sobre as operações com lança-chamas nesse período, incluindo informações sobre desenvolvimento, combustível, treinamento, logística e utilização pelas forças norte-americanas. (Museu Smithsonian) O funcionamento básico do equipamento era relativamente simples: um reservatório armazenava o combustível, enquanto outro sistema fornecia a pressão necessária para projetá-lo por uma mangueira ou tubo. Em modelos utilizados pelas forças norte-americanas durante a Segunda Guerra Mundial, por exemplo, o combustível era armazenado em um dos tanques e o gás comprimido em outro; ao serem combinados e expelidos, produziam a chama. O Smithsonian registra um modelo norte-americano M2A1 e descreve sua estrutura e funcionamento. Ao longo do século XX, os lança-chamas foram utilizados em diferentes conflitos e ganharam fama por sua capacidade de atingir posições onde outros armamentos poderiam encontrar dificuldades. Em trincheiras, bunkers, cavernas e outras estruturas fortificadas, o fogo podia ser empregado como instrumento de combate. Ao mesmo tempo, os efeitos provocados pelas armas incendiárias passaram a gerar preocupação cada vez maior no debate sobre os limites da guerra. A combinação de chamas e calor capaz de provocar queimaduras graves fez com que esse tipo de armamento se tornasse particularmente controverso. É justamente nesse ponto que surge uma das principais lendas sobre a arma: a ideia de que os lança-chamas teriam sido totalmente proibidos em guerras a partir de 1960. A informação é incorreta. Não houve, naquele ano, uma proibição internacional geral dos lança-chamas. As principais regras internacionais específicas sobre armas incendiárias foram estabelecidas posteriormente, com o Protocolo III da Convenção sobre Certas Armas Convencionais, adotado em Genebra em 10 de outubro de 1980 e que entrou em vigor em 2 de dezembro de 1983. O próprio Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) registra essas datas. O Protocolo III define como arma incendiária qualquer arma ou munição projetada principalmente para incendiar objetos ou provocar queimaduras por meio de chamas ou calor. Entre os exemplos, o documento cita expressamente os lança-chamas, além de bombas, foguetes, granadas, minas e outros recipientes de substâncias incendiárias. (CICR) As regras estabelecidas pelo protocolo são rigorosas, mas isso não significa que todos os usos de armas incendiárias tenham sido simplesmente proibidos. O artigo 2 determina que é proibido, em qualquer circunstância, utilizar armas incendiárias para atacar a população civil, civis individualmente ou objetos civis. Também existem restrições específicas para ataques contra objetivos militares localizados em áreas com concentração de civis. Dessa forma, o que ocorreu foi a criação de restrições internacionais ao uso de armas incendiárias, incluindo lança-chamas, com o objetivo de limitar seus efeitos sobre civis e determinados alvos. A própria documentação do CICV diferencia as situações proibidas daquelas submetidas a restrições específicas. A história do lança-chamas, portanto, acompanha uma das grandes transformações da guerra moderna: o desenvolvimento de armas cada vez mais capazes de atingir o inimigo e, ao mesmo tempo, a criação de normas destinadas a limitar os efeitos mais devastadores dos conflitos. De inovação militar na Primeira Guerra Mundial a símbolo de brutalidade no imaginário popular, o lança-chamas permanece associado a alguns dos episódios mais violentos do século XX e ao debate internacional sobre os limites aceitáveis do uso da força. Por: Bruno Pacheco, jornalista, estudante de Direito e apaixonado pela história mundial.

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Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e diz que Maduro foi capturado

Presidente americano disse que ação militar foi realizada com sucesso e que o ditador venezuelano foi levado para fora do país (Foto: Via Fotos Públicas) Da Redação – Portal O Login da Notícia O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou o ataque militar dos EUA à Venezuela e disse que o ditador Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e o seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, juntamente com a sua esposa, capturado e levado para fora o país”, escreveu Trump na rede social Truth Social. Trump acrescentou que a operação foi feita em conjunto com a Polícia dos EUA e que daria mais detalhes em breve. Ele também anunciou uma coletiva de imprensa às 13h, no horário de Brasília, no resort de Mar-a-Lago, na Flórida. (*) Com informações da CNN

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Estudo diz que café reduz risco de recorrência de arritmia cardíaca

Cafeína pode diminuir pressão arterial, indica pesquisa (Foto: mnimage/Adobe Stock) Da Redação – Portal O Login da Notícia Um estudo inédito da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, e da Universidade de Adelaide, na Austrália, sugere que beber uma xícara de café diariamente pode reduzir em 39% o risco de recorrência de arritmia cardíaca, que são batimentos irregulares e rápidos. O eletrofisiologista da UCSF, Gregory Marcus, diz que “a cafeína é também um diurético, que pode reduzir a pressão arterial e, portanto, diminuir o risco de arritmia. Muitos outros ingredientes presentes no café também têm propriedades anti-inflamatórias que podem apresentar resultados positivos”, diz, em nota publicada pelo site Science Daily. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores das duas universidades conduziram testes clínicos em 200 pacientes que apresentavam quadros constantes de arritmia cardíaca (fibrilação atrial), histórico do problema ou condições correlatas. Choque elétrico Os pacientes foram submetidos a uma cardioversão elétrica, que é a aplicação de um único choque elétrico que busca restaurar o ritmo normal das batidas. Após o procedimento, parte dos pacientes foi escolhida aleatoriamente para beber uma xícara de café com cafeína uma vez ao dia durante seis meses. Para a outra parte foi pedido para deixar de tomar qualquer substância com cafeína pelo mesmo período de tempo. Ao final do estudo, o grupo que bebeu café teve risco 39% menor de ter o retorno da arritmia. Um dos autores do estudo, Christopher Wong, da UCSF, explica que a pesquisa quebra um paradigma na medicina sobre o consumo de café por pessoas com problemas cardíacos. “Médicos sempre recomendaram aos pacientes com arritmia cardíaca minimizar o consumo de café, mas esse teste sugere que o seu consumo é seguro e pode até mesmo proteger o indivíduo,” opinou. Segundo dados do estudo, a fibrilação atrial ocorre mais comumente na população acima dos 60 anos e também em pessoas que estão muito acima do peso ideal. Nos Estados Unidos, o problema atinge cerca de 10 milhões de adultos. (*) Com informações da Agência Brasil

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Presidente dos EUA, Donald Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Irã

Em uma publicação na Truth Social, o líder americano parabenizou os países e disse que espera que o cessar-fogo se torne permanente (Foto: RS/Fotos Públicas) Da Redação – Portal O Login da Notícia O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na segunda-feira (23) que um cessar-fogo “completo e total” entre Israel e o Irã entrará em vigor com o objetivo de encerrar o conflito entre as duas nações. Em uma publicação na Truth Social, o líder americano parabenizou os países e disse que espera que o cessar-fogo se torne permanente. “Foi totalmente acordado entre Israel e Irã que haverá um cessar-fogo completo e total (em aproximadamente 6 horas a partir de agora, quando Israel e Irã tiverem encerrado e concluído suas missões finais em andamento!), por 12 horas, momento em que a guerra será considerada ENCERRADA”, escreveu o presidente nas redes sociais. Video“Esta é uma guerra que poderia ter durado anos e destruído todo o Oriente Médio, mas não destruiu e nunca destruirá!”, concluiu Trump. Em entrevista à Fox News, o vice-presidente dos EUA, JD. Vance disse que se o Irã quiser construir uma arma nuclear no futuro, terá que lidar com o exército americano novamente. Vance afirmou que Teerã é “incapaz” de construir uma arma nuclear com o equipamento que possui porque ele foi destruído pelos EUA nos ataques do último sábado (21). Ataque iraniano às militares dos EUA no Iraque e Catar O Irã lançou um ataque com mísseis contra uma base aérea norte-americana no Catar nesta segunda-feira (23), que não causou feridos. Após o bombardeio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou a operação, que chamou de “resposta fraca” aos ataques dos EUA, ao mesmo tempo em que pediu ao Irã e a Israel que fizessem a paz, com o conflito em seu 12º dia. Teerã avisou com antecedência os EUA por meio de canais diplomáticos horas antes do ataque, bem como às autoridades do Catar, com o objetivo de “minimizar baixas”. Fonte: CNN

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Cardeal dos EUA é escolhido como novo pontífice e passa a se chamar como Papa Leão XIV

Roberto Prevost é natural dos EUA e tem 69 anos (Foto: Vatican News Live) Da Redação – Portal O Login da Notícia O cardeal norte-americano Roberto Prevost foi escolhido nesta quinta-feira, 8, como o novo Papa da Igreja Católica, após dois dias de votações na Capela Sistina, no Vaticano. Ele passa agora a se chamar como Papa Leão XIV. O anúncio aconteceu diretamente da sacada central da Basílica de São Pedro, no Vaticano, pouco mais de uma hora depois que fumaça branca surgiu, no início da tarde desta quinta. O novo pontífice, Leão XIV, sucede Francisco, falecido no último dia 21. A escolha do novo papa se deu após a terceira votação do dia e a quarta votação geral, iniciada na quarta-feira (7). A fumaça branca colocou a multidão reunida na Praça de São Pedro em êxtase. Próximos passos Segundo o Vaticano, após a aparição de Robert Francis Prevost na janela da Basílica de São Pedro, ele retorna à Capela Sistina, onde inicia-se uma breve cerimônia, introduzida pela saudação do cardeal mais antigo da Ordem dos Bispos. O cardeal-sacerdote mais antigo lê então uma passagem do Evangelho, que pode ser “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” ou “Apascenta as minhas ovelhas”. O protodiácono, em seguida, oferece uma oração pelo papa recém-eleito. Logo depois, todos os cardeais eleitores, em ordem de precedência, aproximam-se para saudar o novo pontífice e jurar-lhe obediência. A cerimônia termina com o canto do Te Deum, conduzido pelo próprio papa recém-eleito. (*) Com informações da Agência Brasil

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