Da Redação – Portal O Login da Notícia
ITACOATIARA (AM) – O Governo do Amazonas vai manter o desconto salarial dos servidores da Educação pública que aderiram à greve da categoria, iniciada em 17 de maio e encerrada momentaneamente na última sexta-feira, 2. A decisão foi reforçada pelo procurador-geral do Estado (PGE-AM), Giordano Bruno Costa da Cruz, nessa segunda-feira, 5, após uma audiência de conciliação com representantes dos profissionais do magistério, no Tribunal de Justiça do Amazonas (Tjam).
Segundo Giordano Bruno, a medida vale também para os profissionais que retornarem às salas de aula, que terão os valores descontados pelos dias não trabalhados. O Estado se baseia em uma autorização da Justiça do Amazonas, que considerou a greve ilegal. Na reunião, o governo reafirmou ainda o reajuste de 8% na data base para os trabalhadores da rede estadual de educação do Amazonas.
Além de Giordano, a reunião ocorreu com a participação da vice-presidente do Tjam, desembargadora Joana Meireles, e da presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), professora Ana Cristina Pereira Rodrigues.
O procurador-geral reiterou junto ao Sinteam os anúncios feitos pelo governador Wilson Lima, na última quinta-feira (1º), sobre a concessão do aumento aos professores, que na passa a valer para o pagamento que será feito no final do mês de junho, e que colocou o Amazonas entre os dez estado com a maior remuneração para esses profissionais.
“O Estado do Amazonas mencionou mais uma vez aquele anúncio feito pelo governador, na última quinta-feira, de concessão imediata de 8% de aumento aos professores, assim como o aumento retroativo a março deste ano. Além disso, a progressão vertical de 2.225 professores, e também encaminhamento dos projetos de lei de imediato à Assembleia Legislativa, que possibilita a concessão de regime complementar aos secretários e coordenadores distritais”, declarou o procurador.
