PC-AM indicia professor por estupro de vulnerável e aliciamento de seis alunas, em Juruá
Além dessas, outras 14 alunas já relataram as práticas abusivas por parte do autor
Além dessas, outras 14 alunas já relataram as práticas abusivas por parte do autor
Gaeco/MPAM deflagra Operação Joeira, cumprindo mandados de busca e apreensão, prisão e medidas assecuratórias de mais de R$ 1 milhão
A prisão foi efetuada em um restaurante no bairro Redenção, zona centro-oeste de Manaus
Vítima foi assassinada durante um assalto na própria residência, na comunidade Grande Betel (Bruno Pacheco/O Login) Da Redação – Portal O Login da Notícia Um homem, identificado como Eneias Anselmo de Araújo, de 55 anos, foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte) após ser torturado na própria residência na noite desse domingo, 10, na Comunidade Grande Betel, zona rural de Itacoatiara (a 270 quilômetros de Manaus). O corpo de Eneias foi encontrado pelos moradores da região. Segundo as informações, criminosos até o momento não identificados invadiram a casa do homem e anunciaram um assalto. O crime aconteceu nas proximidades de uma fábrica, no km-030 da rodovia estadual. A vítima teve as orelhas e os dedos das mãos arrancadas pelos criminosos. Os autores do latrocínio chegaram a levar a motocicleta e os pertences do homem, segundo a Polícia Militar do Amazonas (PMAM). Em nota, a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Itacoatiara, informou que foi registrado um Boletim de Ocorrência (BO) sobre a morte de Eneias Anselmo de Araújo. “O caso será investigado pela DIP de Itacoatiara para identificar a autoria, e mais informações não podem ser divulgadas para não prejudicar o andamento das investigações”, informou.
Seis homens e quatro adolescentes foram presos durante as diligências.
O autor mantinha relações sexuais com a vítima desde dezembro de 2023
O autor e a vítima são réus no processo da morte do engenheiro Flávio Rodrigues Da Redação – Portal O Login da Notícia A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), cumpriu, na segunda-feira (04/11), mandado de prisão preventiva de Mayc Vinicius Teixeira Parede, 42, apontado como autor do homicídio do sargento Elizeu da Paz de Souza. Ambos são réus no processo da morte do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos, ocorrido em setembro de 2019. Durante a coletiva de imprensa nesta terça-feira (05/11), o delegado-geral adjunto da PC-AM, Guilherme Torres, destacou o rápido trabalho da equipe de investigação da DEHS, que em menos de 24 horas identificou o autor e representou pela prisão preventiva dele, e agradeceu ao Ministério Público e ao Poder Judiciário pela agilidade em expedir o mandado solicitado pela Polícia Civil. “A DEHS agiu prontamente neste caso, com a solicitação do mandado de prisão do suspeito e com o cumprimento dele. Essa prisão entra para as mais de 240 que foram efetuadas até o momento, contribuindo para os índices de redução dos homicídios”, falou o delegado-geral adjunto. Segundo o delegado Ricardo Cunha, titular da DEHS, tanto o autor quanto a vítima já foram alvos de investigação da unidade especializada, quando se envolveram no homicídio do engenheiro Flávio Rodrigues, morto em 2019. O sargento e Mayc já eram réus no ‘Caso Flávio’, como ficou conhecido, e já estavam à disposição da Justiça quando da Paz foi morto, na segunda-feira. “Essas duas pessoas passaram a ser autor e vítima de um novo homicídio, e como já eram conhecidos na mídia local, o caso causou repercussão pública. O Mayc se apresentou na DEHS na noite de ontem, na presença de advogados, e a motivação do crime não está plenamente esclarecida, uma vez que ele se reservou ao direito constitucional dele de permanecer calado durante o interrogatório. Mas as investigações irão continuar para preencher as lacunas que faltam”, disse o delegado. Conforme a delegada Marília Campello, adjunta da DEHS, quando a equipe policial recebeu a notícia de que a equipe médica havia aberto o protocolo de morte cerebral, em razão do disparo que atingiu o crânio de Elizeu da Paz, prontamente iniciaram as investigações e conseguiram coletar imagens do local onde o sargento e o autor pegaram a corrida por aplicativo. “A principal testemunha deste caso é o motorista de aplicativo, o qual não iremos divulgar informações pessoais para preservá-lo. Ele contou que a vítima sentou no banco do passageiro e o Mayc sentou no banco de trás, na direção de Elizeu. Pouco depois que a corrida se iniciou, ele ouve um estampido e pensou que o pneu havia estourado. Quando o motorista vira para falar com o sargento, ele nota que a cabeça dele está sangrando”, explicou a delegada. De acordo com a delegada, a testemunha contou, ainda, que Mayc fugiu do local em seguida, levando a arma utilizada no crime. O armamento, inclusive, seria de propriedade do sargento. “Tivemos acesso às imagens que registraram o momento em que o autor saiu correndo do veículo. Ao analisar as mídias, é perceptível que ele segura a arma na cintura e, em determinado momento, se desfaz da sua camisa e a joga em um terreno, junto com a arma, que estamos à procura”, disse a delegada. Segundo a delegada, uma outra testemunha relatou que Elizeu da Paz e Mayc teriam brigado recentemente e estariam sem se falar. No entanto, eles haviam retornado com a amizade há pouco tempo. “Apesar dessa informação, dentro do veículo onde a vítima foi morta, não houve discussão entre o suspeito e o sargento, tampouco antes de eles entrarem no carro. Quanto à arma utilizada no crime, ela pertencia ao Elizeu da Paz e estaria em posse de Mayc pois a vítima confiava o armamento ao amigo, em momentos em que ele estaria sob efeito de álcool”, mencionou a delegada. Procedimentos Mayc Vinicius Teixeira Parede responderá por homicídio e está à disposição da Justiça.
A investigação policial confirmou que os assassinatos foram em decorrência das atividades fiscalizatórias promovidas por Bruno Pereira em Atalaia do Norte/AM.
As vítimas eram ameaçadas pelo suspeito para não denunciar o crime (Divulgação/PC-AM) Da Redação – Portal O Login da Notícia A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da 38ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Itapiranga (a 227 quilômetros de Manaus), em conjunto com a Polícia Militar do Amazonas (PMAM), cumpriu, na quarta-feira (23/10), mandado de prisão preventiva de um professor, 63, por estupro de quatro alunas, com idade entre 9 e 10 anos. O homem era docente da rede municipal de ensino e foi preso no município. De acordo com o delegado Aldiney Nogueira, titular da unidade policial, os abusos ocorriam dentro da sala de aula, no momento em que as alunas levavam as tarefas escolares até o autor e ele se aproveitava para tocar nas partes íntimas delas. “Inicialmente, o caso foi informado à direção da escola pelas mães das alunas e encaminhado à Secretaria Municipal de Educação (SME), que acionou o Conselho Tutelar e, este, informou a Polícia Civil. Durante as investigações, que começaram há cerca de um mês, colhemos depoimentos de servidores da escola, dos pais das vítimas e, também, fizemos a escuta especial delas”, explicou o delegado. Conforme o delegado, os relatos das vítimas, sobre como o crime ocorria, eram semelhantes uns aos outros, e ficou constatado que o indivíduo usava da sua posição de professor para cometer os abusos. “O professor também ameaçava as vítimas caso elas o denunciassem. Ele dizia que se elas tornassem público o caso, elas levariam notas baixas ou, até mesmo, zero nas atividades escolares. Por essa gravidade, ele responderá por estupro de vulnerável majorado, uma vez que ele exercia da sua autoridade de professor sob as vítimas”, contou o delegado. Segundo o delegado, em interrogatório, o professor negou que teria cometido o crime e apresentou a justificativa de que é um docente que gosta de manter contato físico com as alunas, no sentido de abraçá-las. “Ele ainda alegou que as crianças teriam interpretado esses abraços de maneira errada. Nós entendemos que não é uma justificativa plausível, uma vez que não é muito ético que um professor de ensino fundamental aja desta forma com alunas”, falou o delegado. Ainda de acordo com o delegado, diante das materialidades colhidas, solicitamos ao Poder Judiciário a prisão preventiva dele e o mandado de busca e apreensão. Além disso, também foi solicitado à Justiça o afastamento como docente. “Durante as diligências, a equipe policial apreendeu o aparelho celular do professor, para averiguar se há algum conteúdo que tenha relação com o crime. O indivíduo trabalha há 30 anos como professor, por isso não descartamos outras possíveis vítimas que possam se encorajar a denunciar outros abusos ocorridos”, citou o delegado. Procedimentos O autor responderá por estupro de vulnerável majorado e ficará à disposição do Poder Judiciário.
Ambos os casos ocorreram em 2005, no município Da Redação – Portal O Login da Notícia A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Itacoatiara (a 270 quilômetros de Manaus), em conjunto com a Delegacia Interativa de Polícia (DIP) do município, cumpriu, nesta quinta-feira (24/10), dois mandados de prisão em razão de sentença condenatória de uma mulher, 42, e de um homem, 46, por estupro de duas pessoas. Os casos não têm ligação entre si. Conforme o delegado Paulo Barros, titular da unidade policial, a mulher é investigada por abusar sexualmente de uma vítima, que tinha 12 anos quando o crime ocorreu, em meados de julho de 2005. “A vítima era constantemente ameaçada e agredida pela autora. Ela denunciou o caso na época e, de pronto, foi instaurado um Inquérito Policial (IP) para apurar o crime, que após ser remetido à Justiça, resultou na condenação da mulher a oito anos de reclusão. Ela foi presa na manhã desta quinta-feira, no bairro Jardim Adriana, em Itacoatiara”, falou Segundo o delegado, no segundo caso, um homem abordou uma vítima, que tinha 18 anos à época, na avenida Parque, no município, no dia 14 de dezembro de 2005 e lhe ofereceu uma carona. A vítima aceitou e o homem a conduziu até uma rua não movimentada do conjunto Novo Horizonte, onde, mediante uso de arma de fogo, consumou o estupro. “Um Inquérito Policial (IP) também foi instaurado para apurar o delito e o procedimento também foi encaminhado ao Poder Judiciário, que decidiu pela condenação do autor. Ele já havia cumprido parte da pena, mas, após progredir ao regime semiaberto, não cumpriu mais as determinações judiciais, razão pela qual foi expedido o mandado de prisão para regressão de regime”, contou o delegado. De acordo com o delegado, o indivíduo foi preso no Centro de Itacoatiara e será transferido para a unidade prisional do município, onde cumprirá a pena em regime fechado. Procedimentos Os autores foram condenados por estupro de vulnerável majorado e estão à disposição do Poder Judiciário.