Potencial para bioeconomia atrai investimentos na Amazônia
Bioeconomia na Amazônia cresce com investimentos e gera renda sem desmatamento. Pará aposta no modelo para COP30 e mira 4,5% do PIB até 2030
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Ibama identificou 242 responsáveis por incêndios florestais criminosos em 2024 e aplicou R$ 460 milhões em multas; seca extrema agravou situação.
Aumento de desmatamento na Amazônia expõe fragilidade nas ações do governo Lula e preocupa ambientalistas.
Em 2023, foram 428 mortes e, no ano passado, o número passou para 337
Foram 33 casos confirmados no Amazonas e 19 no Pará; Secretarias negam surto da doença (Foto: NIAID/Via Fotos Públicas) Da Redação – Portal O Login da Notícia Com 33 casos no Amazonas e 19 no Pará, casos de Mpox, mais conhecida como Varíola dos Macacos, tem acendido sinal de alerta na Região Norte. As secretarias de Saúde dos Estados, contudo, negam surto de infecções da doença e reforçam medidas de proteção. Entre 1º de janeiro e 30 de abril, o estado do Amazonas registrou 63 notificações de mpox, sendo 33 casos confirmados e 29 descartados. A Secretaria de Saúde do Amazonas informou que, até o momento, não há registro de óbito causado pelo vírus. Em nota, o órgão reforçou que pessoas que apresentarem sintomas suspeitos, incluindo febre, lesões na pele ou cansaço extremo, devem procurar atendimento médico em uma unidade básica de saúde (UBS), além de seguir orientações de isolamento. As orientações indicadas pela pasta para reduzir o risco de infecção são: No Pará, de 1º de janeiro à 23 de abril, foram confirmados 19 casos de mpox, sendo 14 apenas na capital, Belém. As demais infecções foram confirmadas nos municípios de Ananindeua e Marituba, além de um caso importado de outro estado. Também em comunicado, a Secretaria de Saúde do Pará nega surto no estado e destaca alinhamento e comprometimento para fortalecer medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. “É fundamental que os profissionais dos municípios estejam atentos com os fluxos de notificação e diagnóstico que já estão bem estabelecidos pela secretaria, que segue as diretrizes do Ministério da Saúde para que a doença não se propague.” Nova cepa Em março, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de infecção pela cepa 1b da mpox no Brasil. A paciente, uma mulher de 29 anos que mora na região metropolitana de São Paulo, teve contato com um familiar que esteve na República Democrática do Congo, país que enfrenta surto da doença. Em nota, o ministério informou que o caso no Brasil foi confirmado laboratorialmente, por meio da realização de sequenciamento para caracterizar o agente infeccioso. O exame permitiu a obtenção do genoma completo que, segundo a pasta, é muito próximo aos de casos detectados em outros países. “Até o presente momento, não foram identificados casos secundários. A equipe de vigilância municipal mantém o rastreamento de possíveis contatos”, destacou o comunicado. Ainda de acordo com o ministério, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi informada sobre o caso e a pasta, junto às secretarias estadual e municipal de Saúde, solicitou o reforço da rede de vigilância epidemiológica e o acompanhamento da busca ativa de pessoas que tiveram contato com a paciente. Doença Causada pelo vírus Monkeypox, a doença pode se espalhar entre pessoas e, ocasionalmente, do ambiente para pessoas, por meio de objetos e superfícies que foram tocados por um paciente infectado. Em regiões onde o vírus está presente entre animais selvagens, a mpox também pode ser transmitida para humanos que tenham contato com os animais infectados. A infecção pode causar uma série de sinais e sintomas. Embora algumas pessoas apresentem sintomas menos graves, outras podem desenvolver quadros mais sérios e necessitar de atendimento em unidades de saúde. O sintoma mais comum é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode começar com ou ser seguido de febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal. (*) Com informações da Agência Brasil
Moradores de ilhas dizem que acesso á agua e esgoto é desafio
Ao longo da operação, são realizadas inspeções navais, com abordagens a embarcações que circulam na região
Segundo o arcebispo, a relação próxima entre o Papa Francisco e a Amazônia foi constantemente renovada nos encontros entre o pontífice e o cardeal
Sediado em Itacoatiara e dirigido pelo jornalista Bruno Pacheco, O Login foi um dos veículos convidados a participar de uma pesquisa conduzida pela Unesco Da Redação – O Login da Notícia O portal O Login da Notícia, sediado em Itacoatiara (AM), foi um dos veículos convidados a participar de uma pesquisa conduzida pela Unesco sobre comunicação popular e jornalismo independente na região amazônica. A iniciativa busca mapear os ecossistemas de informação locais e propor caminhos para fortalecer o jornalismo profissional e comunitário no interior do Brasil. Veja também: Portal O Login da Notícia completa seu 1º ano de jornalismo em Itacoatiara (AM) A jornalista, especialista em jornalismo local e integrante do Centro Popular de Comunicação e Audiovisual (CPA), Jéssica Botelho, que presta consultoria à Unesco nesse projeto, é a responsável por coordenar as entrevistas e análises com comunicadores da região. Segundo ela, o objetivo é compreender a realidade dos veículos locais, seus desafios, rotinas e perspectivas, para que esses dados sirvam de base à formulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da comunicação regional. “Queremos ouvir quem está na linha de frente da informação na Amazônia, entender suas histórias, práticas e o que precisa ser feito para que esse ecossistema cresça de forma sustentável”, afirmou. Para isso, além de um questionário que está sendo enviado a diferentes iniciativas, Jéssica também está realizando entrevistas presenciais e online com fundadores de veículos locais. Um dos convidados foi o jornalista Bruno Pacheco, CEO do O Login da Notícia. A entrevista abordou o histórico do portal, os desafios do jornalismo no interior e as perspectivas para a comunicação regional. Bruno Pacheco é jornalista formado pela Universidade Nilton Lins, com passagem por diversos veículos de comunicação do estado do Amazonas, como a Revista Cenarium, Amazonas1, Imediato, O Poder, Portal O Convergente e Redação Amazônia. Desde 2018, atua ativamente no jornalismo local, com foco em pautas regionais e cobertura crítica do cotidiano. “É uma honra ser convidado para participar desse projeto que está mapeando e conhecendo iniciativas na Amazônia. Fazer jornalismo profissional e sério no interior da Amazônia, em Itacoatiara, é um desafio diário que precisa de reconhecimento, e fico feliz em ser lembrado. Agradeço à Jéssica Botelho pelo convite e espero ter contribuído”, declarou Bruno Pacheco. Fundado em 2023, o portal O Login da Notícia tem como foco o jornalismo comunitário, sociopolítico e ambiental. O veículo de comunicação conta com o jornalista Bruno Pacheco como CEO e diretor-geral, além do cinegrafista e estudante de jornalismo Paulo Ricardo como repórter. O projeto A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom PR) desenvolvem o projeto “Promovendo o acesso à informação, o exercício de direitos, o combate à desinformação e a defesa da democracia” (Nº 914BRZ5020 – Edital Nº 2/2023). A iniciativa visa a elaboração de um Manual de Boas Práticas em Comunicação Popular e Periférica e de um Guia de Sustentabilidade e Promoção da Diversidade do Jornalismo Periférico e Independente, destacando a comunicação como ferramenta essencial para a transformação social e a defesa democrática. Na Amazônia, a pesquisa está sendo realizada em dois estados. No Amazonas, o trabalho é liderado por Jéssica Botelho, especialista em jornalismo local e integrante do Centro Popular de Comunicação e Audiovisual (CPA), instituição que fortalece o diálogo entre os povos amazônicos. Já no Pará, a responsável é a jornalista Flávia Ribeiro, mestra em Ciências da Comunicação pela UFPA e ativista em movimentos como o Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (Cedenpa) e a Rede Fulanas – Negras da Amazônia Brasileira. Para Jéssica Botelho, o levantamento na Amazônia é uma oportunidade de repensar as dinâmicas de mobilização social: “Neste cenário de saturação de informações, não basta apenas produzir conteúdo. Precisamos dominar as ferramentas tradicionais, mas também incorporar abordagens e formatos inovadores, conectando a comunicação a outras áreas para gerar impacto social. Essa pesquisa nos convida a refletir sobre questões fundamentais: de onde e de quem parte essa comunicação? Mobilizar exige mais do que mensagens, exige estratégias que dialoguem profundamente com as realidades locais.”, comenta a consultora do Amazonas. O projeto ainda está andamento e quem tiver interesse em colaborar pode entrar em contato pelo e-mail: jessicabotelho@cpa.org.br.
O programa visa democratizar o acesso à tecnologia educacional para estudantes de comunidades urbanas, ribeirinhas, rurais e indígenas