Versátil, pele de pirarucu manejado da Amazônia é utilizada na confecção de roupas a acessórios
A pele do pirarucu, que até pouco tempo era descartada, tem sido utilizada para a confecção de roupas na Amazônia
A pele do pirarucu, que até pouco tempo era descartada, tem sido utilizada para a confecção de roupas na Amazônia
Darlisson Ramos integra o projeto “Repórteres da Floresta”, iniciativa da FAS que busca empoderar a juventude amazônida através da educomunicação
Atualmente, o Instituto tem 57 indivíduos nos tanques em Manaus, entre filhotes, jovens e adultos, e 23 animais em preparação para soltura
O protetor solar utiliza matérias primas amazônicas em sua confecção, como óleo da castanha-do-brasil, o óleo essencial de pau-rosa e extratos do guaraná
Organizações da sociedade civil se manifestaram sobre o relatório do Grupo de Trabalho (GT) BR-319 feito pelo Ministério dos Transportes
Governo prevê a criação de um centro internacional de inteligência
O gigante da Amazônia é uma das principais fontes de renda dos manejadores e comunidades ribeirinhas
Documento também afirma que a pavimentação é ambientalmente sustentável
O bioma amazônico perdeu 454.271 ha em 2023, tendo queda de 62% em relação ao ano anterior (Marcelo Camargo/Agência Brasil) Da Redação – Portal O Login da Notícia O desmatamento na Amazônia teve uma queda de 62% na Amazônia em 2023, segundo o Relatório Anual do Desmatamento lançado nesta terça-feira, 28, pelo MapBiomas. Em todo o País, a diminuição foi de 11,6%. Trata-se da primeira diminuição desde 2019. A destruição também diminuiu na Mata Atlântica e Pampa, e aumentou no Cerrado, Pantanal e Caatinga. O Cerrado ultrapassou pela primeira vez em cinco anos a devastação na Amazônia: foram 1.110.326 hectares derrubados na savana brasileira, um aumento de 68%, enquanto o bioma amazônico perdeu 454.271 ha em 2023, tendo queda de 62% em relação ao ano anterior. Juntos, os dois biomas representam 85% da área desmatada no País no último ano. O governo promete lançar planos de proteção aos biomas (leia mais abaixo). De acordo com o relatório, o Brasil perdeu o equivalente a dois Estados do Rio de Janeiro – cerca de 8.558.237 hectares – em vegetação nativa nos últimos cinco anos. O MapBiomas é uma iniciativa do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Observatório do Clima (SEEG/OC), produzido por uma rede colaborativa de ONGs, universidades e empresas de tecnologia organizados por biomas. O relatório também mostra que a perda de vegetação nativa caiu nas Unidades de Conservação e Terras Indígenas em 2023. Nas UCs, foram desmatados 96.761 hectares, o que corresponde a uma queda de 53,5% em relação ao ano anterior. A maior parte (43% da área derrubada nas unidades) foi subtraída de Áreas de Proteção Ambiental Estaduais do bioma Cerrado. Nas Terras Indígenas, a redução foi de 27%, comparado a 2022. Foram 20.822 hectares perdidos nas TIs em 2023, o que equivale a 1% do desmatamento no Brasil no ano.
Instituto reúne grupos de pesquisa de seis universidades