Cadastro de condenados por violência contra mulher avança na Câmara

Plenário da casa aprovou regime de urgência para tramitação do projeto (Marcello Casal Jr./Agência Brasil) Da Redação – Portal O Login da Notícia O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nessa segunda-feira (27), o regime de urgência para o projeto de lei (PL 1099/2024) que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher. A urgência foi aprovada por votação simbólica e sem manifestações contrárias. A autora do projeto é a deputada federal Silvye Alves (União-GO) que defendeu que essa matéria não é de um partido político, mas a favor da família e das mulheres brasileiras.   “Quando eu penso nesse projeto, eu penso nas nossas meninas que um dia se tornarão mulheres e poderão saber antecipadamente quem são os criminosos de violência doméstica ou não. E não falo somente de violência doméstica, mas também de feminicídio, de stalking e de vários outros tipos de crimes que esse cadastro vai influenciar”, disse a parlamentar. O projeto prevê a criação de um cadastro com o nome de todas as pessoas já condenadas por violência contra a mulher, com a sentença transitada em julgado, ou seja, que não haja mais possibilidade de recursos contra a decisão. Com a urgência aprovada, o texto pode ser levado à votação no plenário em qualquer momento, sem precisar passar pelas comissões permanentes da Casa. Se aprovado, ainda precisa ser analisado pelo Senado, antes de ir à sanção presidencial. Violência Estima-se que 10,6 mil mulheres foram vítimas de feminicídio entre 2015 e 2023 no Brasil, segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Só no ano passado, 1,4 mil mulheres foram mortas por motivação relacionada à sua condição de mulher. Além do assassinato, as mulheres são vítimas de ameaças, agressões, torturas, ofensas e assédios motivados pela condição de serem mulheres. Um levantamento da Rede de Observatórios da Segurança que analisou dados de oito estados (Baia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo) calculou que, em 2023, ao menos oito mulheres foram vítimas de violência doméstica a cada 24 horas. (*) Com informações da Agência Brasil

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Desmatamento tem queda de 62% na Amazônia, diz levantamento do MapBiomas

O bioma amazônico perdeu 454.271 ha em 2023, tendo queda de 62% em relação ao ano anterior (Marcelo Camargo/Agência Brasil) Da Redação – Portal O Login da Notícia O desmatamento na Amazônia teve uma queda de 62% na Amazônia em 2023, segundo o Relatório Anual do Desmatamento lançado nesta terça-feira, 28, pelo MapBiomas. Em todo o País, a diminuição foi de 11,6%. Trata-se da primeira diminuição desde 2019. A destruição também diminuiu na Mata Atlântica e Pampa, e aumentou no Cerrado, Pantanal e Caatinga. O Cerrado ultrapassou pela primeira vez em cinco anos a devastação na Amazônia: foram 1.110.326 hectares derrubados na savana brasileira, um aumento de 68%, enquanto o bioma amazônico perdeu 454.271 ha em 2023, tendo queda de 62% em relação ao ano anterior. Juntos, os dois biomas representam 85% da área desmatada no País no último ano. O governo promete lançar planos de proteção aos biomas (leia mais abaixo). De acordo com o relatório, o Brasil perdeu o equivalente a dois Estados do Rio de Janeiro – cerca de 8.558.237 hectares – em vegetação nativa nos últimos cinco anos. O MapBiomas é uma iniciativa do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Observatório do Clima (SEEG/OC), produzido por uma rede colaborativa de ONGs, universidades e empresas de tecnologia organizados por biomas. O relatório também mostra que a perda de vegetação nativa caiu nas Unidades de Conservação e Terras Indígenas em 2023. Nas UCs, foram desmatados 96.761 hectares, o que corresponde a uma queda de 53,5% em relação ao ano anterior. A maior parte (43% da área derrubada nas unidades) foi subtraída de Áreas de Proteção Ambiental Estaduais do bioma Cerrado. Nas Terras Indígenas, a redução foi de 27%, comparado a 2022. Foram 20.822 hectares perdidos nas TIs em 2023, o que equivale a 1% do desmatamento no Brasil no ano.

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Ex-sinhazinha do Boi Garantido morre aos 32 anos em Manaus

A causa da morte não foi divulgada (Lucas Silva/Secom AM) Bruno Pacheco – Portal O Login da Notícia Aos 32 anos, a ex-sinhazinha do Boi-Bumbá Garantido, Djidja Cardoso morreu na manhã desta terça-feira, 28, em Manaus. A informação foi confirmada pela família, que não revelou a causa da morte. Djidja era empresária e sócia da rede de salões Belle Femme. A jovem foi sinhazinha da fazenda do Garantido entre 2016 e 2020, no Festival Folclórico de Parintins, e encantou os torcedores. Apaixonada pelo mundo da beleza, Djidja foi rainha do concurso ‘A Bordo’ de 2021, da TV A Crítica. Nos últimos anos, contudo, Djidja vinha lutando pela vida, chegando a perder quase 20 quilos. Segundo as informações, a ex-sinhazinha do Boi Garantido foi encontrada morta dentro de casa, no bairro Parque 10, em Manaus. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento. Por meio do Instagram, o salão Belle Femme anunciou nesta terça-feira, 28, que todas as unidades do empreendimento ficarão fechadas hoje. Até o momento, o Boi Garantido não se pronunciou sobre o ocorrido.

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