Após sucesso em telefilme, ator amazonense de Tabatinga ganha os palcos do teatro em São Paulo
Ator teve destaque na peça “Carnaval Futuro”, na capital paulista, após protagonizar telefilme na Rede Globo
Ator teve destaque na peça “Carnaval Futuro”, na capital paulista, após protagonizar telefilme na Rede Globo
O mineral foi encontrado escondido dentro de um saco com latas para reciclagem
As inscrições acontecem entre 4 de junho e 18 de julho
Documento deve ser entregue mesmo por quem declarou Imposto de Renda
A carga estava em uma embarcação que tinha origem do Pará e Manaus como destino
A morte foi confirmada pelo pai e ex-prefeito de Manaus, Arthur Neto
Plenário da casa aprovou regime de urgência para tramitação do projeto (Marcello Casal Jr./Agência Brasil) Da Redação – Portal O Login da Notícia O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nessa segunda-feira (27), o regime de urgência para o projeto de lei (PL 1099/2024) que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher. A urgência foi aprovada por votação simbólica e sem manifestações contrárias. A autora do projeto é a deputada federal Silvye Alves (União-GO) que defendeu que essa matéria não é de um partido político, mas a favor da família e das mulheres brasileiras. “Quando eu penso nesse projeto, eu penso nas nossas meninas que um dia se tornarão mulheres e poderão saber antecipadamente quem são os criminosos de violência doméstica ou não. E não falo somente de violência doméstica, mas também de feminicídio, de stalking e de vários outros tipos de crimes que esse cadastro vai influenciar”, disse a parlamentar. O projeto prevê a criação de um cadastro com o nome de todas as pessoas já condenadas por violência contra a mulher, com a sentença transitada em julgado, ou seja, que não haja mais possibilidade de recursos contra a decisão. Com a urgência aprovada, o texto pode ser levado à votação no plenário em qualquer momento, sem precisar passar pelas comissões permanentes da Casa. Se aprovado, ainda precisa ser analisado pelo Senado, antes de ir à sanção presidencial. Violência Estima-se que 10,6 mil mulheres foram vítimas de feminicídio entre 2015 e 2023 no Brasil, segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Só no ano passado, 1,4 mil mulheres foram mortas por motivação relacionada à sua condição de mulher. Além do assassinato, as mulheres são vítimas de ameaças, agressões, torturas, ofensas e assédios motivados pela condição de serem mulheres. Um levantamento da Rede de Observatórios da Segurança que analisou dados de oito estados (Baia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo) calculou que, em 2023, ao menos oito mulheres foram vítimas de violência doméstica a cada 24 horas. (*) Com informações da Agência Brasil
O bioma amazônico perdeu 454.271 ha em 2023, tendo queda de 62% em relação ao ano anterior (Marcelo Camargo/Agência Brasil) Da Redação – Portal O Login da Notícia O desmatamento na Amazônia teve uma queda de 62% na Amazônia em 2023, segundo o Relatório Anual do Desmatamento lançado nesta terça-feira, 28, pelo MapBiomas. Em todo o País, a diminuição foi de 11,6%. Trata-se da primeira diminuição desde 2019. A destruição também diminuiu na Mata Atlântica e Pampa, e aumentou no Cerrado, Pantanal e Caatinga. O Cerrado ultrapassou pela primeira vez em cinco anos a devastação na Amazônia: foram 1.110.326 hectares derrubados na savana brasileira, um aumento de 68%, enquanto o bioma amazônico perdeu 454.271 ha em 2023, tendo queda de 62% em relação ao ano anterior. Juntos, os dois biomas representam 85% da área desmatada no País no último ano. O governo promete lançar planos de proteção aos biomas (leia mais abaixo). De acordo com o relatório, o Brasil perdeu o equivalente a dois Estados do Rio de Janeiro – cerca de 8.558.237 hectares – em vegetação nativa nos últimos cinco anos. O MapBiomas é uma iniciativa do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Observatório do Clima (SEEG/OC), produzido por uma rede colaborativa de ONGs, universidades e empresas de tecnologia organizados por biomas. O relatório também mostra que a perda de vegetação nativa caiu nas Unidades de Conservação e Terras Indígenas em 2023. Nas UCs, foram desmatados 96.761 hectares, o que corresponde a uma queda de 53,5% em relação ao ano anterior. A maior parte (43% da área derrubada nas unidades) foi subtraída de Áreas de Proteção Ambiental Estaduais do bioma Cerrado. Nas Terras Indígenas, a redução foi de 27%, comparado a 2022. Foram 20.822 hectares perdidos nas TIs em 2023, o que equivale a 1% do desmatamento no Brasil no ano.
A causa da morte não foi divulgada (Lucas Silva/Secom AM) Bruno Pacheco – Portal O Login da Notícia Aos 32 anos, a ex-sinhazinha do Boi-Bumbá Garantido, Djidja Cardoso morreu na manhã desta terça-feira, 28, em Manaus. A informação foi confirmada pela família, que não revelou a causa da morte. Djidja era empresária e sócia da rede de salões Belle Femme. A jovem foi sinhazinha da fazenda do Garantido entre 2016 e 2020, no Festival Folclórico de Parintins, e encantou os torcedores. Apaixonada pelo mundo da beleza, Djidja foi rainha do concurso ‘A Bordo’ de 2021, da TV A Crítica. Nos últimos anos, contudo, Djidja vinha lutando pela vida, chegando a perder quase 20 quilos. Segundo as informações, a ex-sinhazinha do Boi Garantido foi encontrada morta dentro de casa, no bairro Parque 10, em Manaus. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento. Por meio do Instagram, o salão Belle Femme anunciou nesta terça-feira, 28, que todas as unidades do empreendimento ficarão fechadas hoje. Até o momento, o Boi Garantido não se pronunciou sobre o ocorrido.
Somente em 2024, são mais de 17 toneladas de drogas apreendidas