Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina
Médica aponta ainda possiblidade de inclusão de novos públicos-alvo
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O nível do rio chegou a 10,49 metros, evidenciando o intenso processo de cheia (Foto/Liam Cavalcante) Bruno Pacheco – Portal O Login da Notícia O nível do Rio Amazonas na cidade de Itacoatiara (a 270 quilômetros de Manaus) já subiu mais de 11 metros desde a pior seca já registrada na região. Em 1º de novembro de 2024, a régua da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) marcava -18 cm. Quase quatro meses depois, nesta quinta-feira, 27, o nível do rio chegou a 10,49 metros, evidenciando o intenso processo de cheia. A elevação expressiva do rio reforça a dinâmica natural das águas amazônicas, que alternam entre períodos de seca severa e enchentes significativas. Em 2023 e 2024, o Amazonas enfrentou uma das secas mais críticas da história, com impactos devastadores para comunidades ribeirinhas, abastecimento de água, transporte fluvial e biodiversidade. Recuperação e desafios A recuperação do rio traz alívio para os moradores da região, que dependem das águas para transporte e sustento. No entanto, o aumento rápido do nível da água também gera preocupações com possíveis inundações nos próximos meses, já que a cheia do Rio Amazonas geralmente atinge seu pico entre maio e junho. Especialistas seguem monitorando a elevação do rio para avaliar os impactos da cheia deste ano e as possíveis consequências para as cidades ribeirinhas. Enquanto isso, moradores de Itacoatiara e de outras regiões do estado aguardam com expectativa a estabilização do nível das águas.
Provas foram realizadas em Bangkok. Sete alunos foram premiados e cinco receberam Menção Honrosa pelo desempenho.
Decisão não tem repercussão geral.
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