Número de óbitos no território Yanomami teve redução de 21% em 2024
Em 2023, foram 428 mortes e, no ano passado, o número passou para 337
Em 2023, foram 428 mortes e, no ano passado, o número passou para 337
Projeto idealizado por Cléia Alves propõe reflexão sobre ancestralidade, pertencimento e resistência negra por meio da dança e roda de conversa
Ação aponta risco à ordem pública e possível ligação do acusado com o tráfico de armas; recursos foram apresentados ao TJAM e ao juiz de 1º grau
Eventos realizados pelo shopping garantiram a arrecadação de alimentos para beneficiar instituições e projetos sociais
O caso reacende o alerta sobre os riscos provocados pela presença de animais soltos nas estradas da região (Reprodução) Bruno Pacheco – Portal O Login da Notícia Um grave acidente envolvendo um búfalo e um adolescente de apenas 15 anos, identificado como Pedro Riquelme, foi registrado no início da noite deste domingo, 4, na estrada de Novo Remanso, nas proximidades do ramal do Macaco Cego, em Itacoatiara (a 270 quilômetros de Manaus). Segundo as informações, o jovem estaria pilotando uma motocicleta quando acabou colidindo violentamente contra o animal que atravessava a via. Com o impacto, a motocicleta foi totalmente destruída. Um carro que também se envolveu no acidente teve a dianteira parcialmente danificada. Riquelme foi socorrido por populares e encaminhado com urgência ao Hospital José Mendes. Apesar dos esforços da equipe médica, o jovem não resistiu aos graves ferimentos e teve o óbito confirmado por volta das 22h30. O caso reacende o alerta sobre os riscos provocados pela presença de animais soltos nas estradas da região, um problema recorrente que põe em risco a vida de motoristas e motociclistas. As autoridades devem investigar as circunstâncias do acidente e a responsabilidade pela presença do búfalo na pista.
Isabelly era passageira de uma scooter elétrica que colidiu com um caminhão Da Redação – Portal O Login da Notícia A adolescente Isabelly Sicsu, de apenas 14 anos e natural de Parintins (AM), morreu após ser vítima de um grave acidente de trânsito na última sexta-feira, 2, em Brusque (SC). O caso aconteceu na Rodovia Antônio Heil, no bairro Centro II. Isabelly era passageira de uma scooter elétrica que, por volta das 22h45, colidiu com um caminhão. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Militar, a equipe foi acionada imediatamente após o acidente, mas ao chegar ao local encontrou a adolescente já sem sinais vitais. Ela apresentava traumatismo cranioencefálico grave, o que teria causado sua morte instantânea. O motorista do caminhão, um homem de 59 anos, não sofreu ferimentos e a condutora da moto teve escoriações leves. As circunstâncias que levaram ao acidente ainda estão sendo investigadas pelas autoridades locais. A morte de Isabelly Sicsu gerou grande comoção entre familiares, amigos e a comunidade de Parintins, que agora se mobiliza em solidariedade à família da jovem. O caso serve como alerta para o crescente número de acidentes envolvendo veículos de duas rodas e reforça a importância da atenção e prudência no trânsito.
Foram 33 casos confirmados no Amazonas e 19 no Pará; Secretarias negam surto da doença (Foto: NIAID/Via Fotos Públicas) Da Redação – Portal O Login da Notícia Com 33 casos no Amazonas e 19 no Pará, casos de Mpox, mais conhecida como Varíola dos Macacos, tem acendido sinal de alerta na Região Norte. As secretarias de Saúde dos Estados, contudo, negam surto de infecções da doença e reforçam medidas de proteção. Entre 1º de janeiro e 30 de abril, o estado do Amazonas registrou 63 notificações de mpox, sendo 33 casos confirmados e 29 descartados. A Secretaria de Saúde do Amazonas informou que, até o momento, não há registro de óbito causado pelo vírus. Em nota, o órgão reforçou que pessoas que apresentarem sintomas suspeitos, incluindo febre, lesões na pele ou cansaço extremo, devem procurar atendimento médico em uma unidade básica de saúde (UBS), além de seguir orientações de isolamento. As orientações indicadas pela pasta para reduzir o risco de infecção são: No Pará, de 1º de janeiro à 23 de abril, foram confirmados 19 casos de mpox, sendo 14 apenas na capital, Belém. As demais infecções foram confirmadas nos municípios de Ananindeua e Marituba, além de um caso importado de outro estado. Também em comunicado, a Secretaria de Saúde do Pará nega surto no estado e destaca alinhamento e comprometimento para fortalecer medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. “É fundamental que os profissionais dos municípios estejam atentos com os fluxos de notificação e diagnóstico que já estão bem estabelecidos pela secretaria, que segue as diretrizes do Ministério da Saúde para que a doença não se propague.” Nova cepa Em março, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de infecção pela cepa 1b da mpox no Brasil. A paciente, uma mulher de 29 anos que mora na região metropolitana de São Paulo, teve contato com um familiar que esteve na República Democrática do Congo, país que enfrenta surto da doença. Em nota, o ministério informou que o caso no Brasil foi confirmado laboratorialmente, por meio da realização de sequenciamento para caracterizar o agente infeccioso. O exame permitiu a obtenção do genoma completo que, segundo a pasta, é muito próximo aos de casos detectados em outros países. “Até o presente momento, não foram identificados casos secundários. A equipe de vigilância municipal mantém o rastreamento de possíveis contatos”, destacou o comunicado. Ainda de acordo com o ministério, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi informada sobre o caso e a pasta, junto às secretarias estadual e municipal de Saúde, solicitou o reforço da rede de vigilância epidemiológica e o acompanhamento da busca ativa de pessoas que tiveram contato com a paciente. Doença Causada pelo vírus Monkeypox, a doença pode se espalhar entre pessoas e, ocasionalmente, do ambiente para pessoas, por meio de objetos e superfícies que foram tocados por um paciente infectado. Em regiões onde o vírus está presente entre animais selvagens, a mpox também pode ser transmitida para humanos que tenham contato com os animais infectados. A infecção pode causar uma série de sinais e sintomas. Embora algumas pessoas apresentem sintomas menos graves, outras podem desenvolver quadros mais sérios e necessitar de atendimento em unidades de saúde. O sintoma mais comum é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode começar com ou ser seguido de febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal. (*) Com informações da Agência Brasil
O menor desapareceu em uma área de cafeza
Período foi prorrogado pelo MEC
Moradores de ilhas dizem que acesso á agua e esgoto é desafio