Parintins 2023: Exaltando a luta indígena e quilombola, Caprichoso encerra segunda noite do Festival Folclórico

Da Redação – Portal O Login da Notícia* PARINTINS (AM) – O boi Caprichoso encerrou a segunda noite do Festival de Parintins na madrugada deste domingo (02/). Na arena, o Touro Negro apresentou o espetáculo “Resistência: a força da nossa existência” que integra o tema deste ano “O Brado do Povo Guerreiro”. O 56º Festival Folclórico de Parintins é promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Neste ano, o evento foca em três pilares: cultura, turismo e sustentabilidade. Com toadas atuais e antológicas, a galera azulada vibrou com a apresentação do Caprichoso. Os amigos Ives Dalson, 22 e Marcileia Santos, 43, estiveram pela primeira vez no festival representando a galera, no item 19. A dupla afirmou estar encantada com o espetáculo do boi da Estrela. “Antes eu só via pela TV. Hoje estou vivendo essa realidade que é imensurável. O Caprichoso está lindo em todos os momentos’’, disse Ives. “Fazer parte da galera é um sentimento único. E eu vim em busca do bicampeonato. E essa galera é linda. O Caprichoso está fazendo uma belíssima apresentação, todos os itens estão lindos”, completou Marcileia. O item 1 do Caprichoso, o apresentador Edmundo Oran, destacou o trabalho intenso para levar o boi à arena. A preparação começa quase um ano antes do Festival. “Como apresentador, eu já começo a me preparar, junto ao Conselho de Arte, a fazer reuniões para definir projetos e, quando se aproxima do festival, com artistas, alegorias e figurinos. Se Deus quiser e nossa senhora do Carmo abençoar, segunda-feira estaremos comemorando o bicampeonato do Boi Caprichoso” disse Oran. A segunda noite teve mais quatro alegorias e módulos aéreos que trouxeram itens como cunhã-poranga e o boi-bumbá. O diretor de Arena do boi azulado, Edwan Oliveira, acredita que o Caprichoso está mostrando um trabalho de qualidade “O Caprichoso apresentou um espetáculo grandioso mais uma vez, que traz um pouco da essência da sua tradição. Foi uma noite espetacular com momentos grandiosos de alegorias e indumentárias dos nossos itens fazendo um espetáculo fantástico na arena” afirmou Edwan. Destaque Como Lenda Amazônica, o Caprichoso apresentou O “Veleiro Cabano do Uaicurapá”, onde os artistas exaltam a resistência das mulheres amazônidas pelas lutas contemporâneas do povo cabano. A Figura Típica Regional, reverenciou os Quilombolas da Amazônia. O público também se emocionou com o Ritual Indígena com a Iniciação Masculina Munduruku Marupiara, que marca a entrada dos futuros guerreiros. Caprichoso O Boi-Bumbá Caprichoso foi fundado em 1913, pelas mãos de famílias nordestinas, Cid e Gonzaga. A brincadeira que nasceu nos quintais das casas com versos de saudação e enaltecimento, nas vozes dos fundadores, logo se transformou em desafios fortes para o contrário. O bumbá ganhou as ruas da cidade, incorporou as tradições locais. As pessoas passavam, mas o Caprichoso não, sendo recebido por um novo dono, uma nova família que, tradicionalmente, se tornava a guardiã do boi, responsável por organizar as saídas do boi nas ruas de Parintins. A agremiação folclórica é responsável pelo projeto social Fundação Boi-Bumbá Caprichoso, denominado Escola de Artes Irmão Miguel de Pascalle, para crianças e adolescentes que exercitam e desenvolvem o potencial intelectual e artístico nas oficinas de artes, dando um retorno à comunidade e ao festival. Fundada em 1998, a escola já revelou mais de 5.500 artistas que podem ser vistos nos galpões, no conselho de arte, na dança, na música e em todos os segmentos. FOTOS: Alex Pazuello/Secom

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Festival de Parintins: Caprichoso traz ‘amo do boi’ tocando berrante e mostra ‘Brasil indígena’ em noite de estreia

Bruno Pacheco – Da Redação O Login da Notícia ITACOATIARA (AM) – O Boi-Bumbá Caprichoso estreou na 56° Edição do Festival Folclórico de Parintins na madrugada deste sábado, 1°, trazendo homenagens a cultura nordestina com obamo do boi, Prince do Caprichoso, tocando o berrante. Nesta 1° apresentação, a nação azul e branca também trouxe mensagens importantes em defesa aos povos indígenas. Com o tema ‘Ancestralidade: a semente das nossas lutas’, o Caprichoso mostrou as raízes de sua história e a luta dos povos tradicionais que já habitaram a Ilha de Parintins e que deixaram legados de resistência e sobrevivência. A expectativa do Boi da Estrela é conquistar o bicampeonato. Nesta primeira noite, os pontos altos da apresentação do Caprichoso foram a entrada da cunhã-poranga, Marciele Albuquerque, que evoluiu com a toada “Guerreira das Lutas”, a evolução da tribo coreografada com a participação do pajé Erick Beltrão ao som de “Yreruá – Festa do Guerreiro”, e a evolução do item com a toada “Maraka’yp”, que encerrou a apresentação. Para levar o boi à arena, foram construídas 12 alegorias para as três noites de apresentação, além de um módulo aéreo com um guindaste de 500 toneladas e 22 metros de altura, considerado um dos maiores do Brasil. Foto: TV A Crítica/Reprodução

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Instituto Estação e Cufa Amazonas promovem a primeira edição do ‘Movimento Fortalecer’

Da Redação – Portal O Login da Notícia* MANAUS – O Instituto Estação tem como missão contribuir no fortalecimento de Organizações da Sociedade Civil (OSC), projetos sociais, comunidades e famílias em vulnerabilidade. E no próximo dia 7 de julho, no Casarão de Inovação Cassina, a instituição promove junto à Central Única das Favelas Amazonas (Cufa), a primeira edição do “Movimento Fortalecer”. Entre os convidados do evento estão: o ex-presidente e atual conselheiro da Cufa Brasil, Preto Zezé e o CEO da Favela Holding, Celso Athayde. O Fortalecer é um movimento de transformação social colaborativo, ligado ao Instituto Estação, e visa conectar diversos agentes públicos e privados, tendo como proposta levar o conhecimento de regulamentação para as OSCs e criar estratégias de soluções diversas, por meio de atividades que possam potencializar o ecossistema social. O presidente do Instituto Estação e Líder da Cufa, Alexey Ribeiro, destaca que o evento é extremamente importante para a cidade de Manaus, e que além de apresentar o Instituto Estação para a cidade, ele consolida as ações da Cufa no Estado do Amazonas. “A intenção do evento é criar um movimento de fortalecimento das demais instituições, levando uma profissionalização, na forma de atuação de todas elas, na facilitação de captação e gestão das tarefas e atividades e financeira das instituições. Então, a gente visa apoiar ainda mais as ações sociais. Com isso, eu consigo alcançar mais comunidades, favelas e interiores, e assim, conseguimos gerar um impacto mais relevante na sociedade como um todo”, destacou Alexey. Com isso, o Instituto Estação acredita no potencial do ser humano, que é capaz de se desenvolver, desde que lhe sejam oferecidas oportunidades. De acordo com Alexey, o ser humano tem um grande potencial, mas desde que lhe seja oferecida oportunidades. “Nós podemos ser multiplicadores do bem, tendo o amor como princípio, e com a força do trabalho voluntário, dedicação e empatia, acreditamos que este projeto seja um caminho para a transformação de vidas e para a construção de um mundo melhor e mais digno”, explicou Alexey. Para o vice-presidente do Instituto Estação, Cleslley Rodrigues, as OSCs são responsáveis por impactar no fortalecimento do setor que tem participação similar ao da agricultura no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, empregando 6% do total de trabalhadores no País. “Trabalhamos como vitrine para as OSCs, captando recursos e desenvolvendo projetos em que elas possam atuar como organizações bem estabelecidas. O caminho se faz com ações transparentes e líderes informados sobre administração, negócios, cultura organizacional, marketing, recursos, gestão de pessoas e outros diferenciais que transformam uma ação pontual e voluntária em um negócio social que chama a atenção de investidores e parceiros”, salientou Rodrigues. Cufa Amazonas O Instituto Estação, parceiro da Central Única das Favelas (Cufa), no Amazonas, é uma organização presente há mais de 20 anos, nas favelas brasileiras. A Cufa promove atividades nas áreas de educação, lazer, esportes, cultura e cidadania, utilizando de ferramentas como grafite, DJ, break, rap, audiovisual, basquete de rua, literatura, entre outros. “A Cufa utilizou sua capilaridade para conectar a favela e o asfalto e amenizar ao máximo as dificuldades que os moradores de favela enfrentam. Nós, do Instituto Estação, acreditamos que para nós, o bem, bem feito, transforma tudo e todos. Dessa forma, acredita-se e realiza-se o potencial humano, por meio de oportunidade e dedicação. É mais que solidariedade, serviço, ética e colaboração. É missão, confiança, parcerias, desenvolvimento pessoal e profissional”, finalizou Rodrigues. Quem somosSomos um movimento que visa FORTALECER a sociedadepor meio de ações de desenvolvimento social, garantindo maiores oportunidades, diminuindo a desigualdade. Levando a todos, culturas, esporte, conhecimento, lazer e profissionalização. Como fazemosPor meio de eventos e parcerias, captamos recursos para proporcionar o melhor para as comunidades e, em parceria com outras instituições, executamos capacitações e desenvolvemos trabalhos diversos para alcançar o nosso principal objetivo. Para conhecer mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Instituto Estação, os interessados podem acessar o site: institutoestacao.com.br ou as redes sociais: @estacaoinstituto e @cufamanaus. (*) Com informações da assessoria

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