Governo do Amazonas reúne prefeitos e reforça articulação para combater queimadas e enfrentar a estiagem

Prefeitos e representantes dos municípios apresentaram demandas e alinharam estratégias para fortalecer as ações de enfrentamento Da Redação – Portal O Login da Notícia O Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais (Copec) reuniu, nesta segunda-feira (12/10), prefeitos dos municípios do interior do estado para tratar das demandas dos municípios e alinhar as estratégias de prevenção e combate às queimadas e de enfrentamento aos impactos da estiagem no Amazonas. Durante o encontro, prefeitos e representantes municipais apresentaram as necessidades locais e contribuíram para o planejamento das medidas emergenciais. O governador Roberto Cidade destacou a importância da articulação institucional para ampliar o apoio federal às ações já desenvolvidas pelo Estado e reunir diferentes setores no trabalho de mitigação dos impactos da pandemia estiagem, intensificados pelo fenômeno El Niño. “A reunião foi para alinharmos uma metodologia de trabalho que vamos executar com muito diálogo e empenho de todos os envolvidos. Ouvimos cada um que quis se pronunciar, chegamos a um entendimento e agora é avançar cada vez mais. Tratamos do cenário que estamos enfrentando nos últimos dias, mas também planejamos ações para o futuro, pensando no período mais crítico da estiagem”. A prefeita de Rio Preto da Eva, Socorro Nogueira, também ressaltou a importância da união entre os governos e da participação dos municípios nas decisões. “A gente ficou feliz e esperançoso que teremos apoio. Essa união é muito importante, tanto do Governo Federal quanto do Governo do Estado, e os municípios, até porque estamos ali na ponta e sabemos da nossa realidade, então, saímos daqui com a expectativa muito grande para que a gente possa juntos solucionar esse problema que está atingindo todo o estado Amazonas”, afirmou. Como parte do reforço logístico anunciado pelo Governo Federal no final de semana, quando estiveram em Manaus no sábado e domingo os ministros Waldemar Góes, da Integração e do Desenvolvimento Regional e João Paulo Capobianco, do Meio Ambiente, além do Presidente do Ibama, Jair Schmitt, a FAB disponibilizou uma aeronave KC-390, que já está em operação. Com grande capacidade de transporte e autonomia para alcançar municípios como Parintins, a aeronave amplia o acesso das equipes às áreas afetadas pelos incêndios. A medida é importante diante da extensão das áreas atingidas no Baixo Amazonas e em outras regiões do estado, incluindo os municípios de Autazes, Itacoatiara, Nhamundá e Parintins. O comandante do Corpo de Bonbeiros do Amazonas (CBMAM), coronel Orleilso Muniz, afirmou que a parceria com as prefeituras reforça as ações de combate implementadas pelo Estado. “As prefeituras são muito importantes nesse processo. Nós levamos a viatura, o bombeiro e os equipamentos, e a prefeitura entra com o brigadista. E, nesse sentido, no sul do Amazonas, nós fizemos um trabalho integrado muito robusto. Agora os recursos estão alocados no entorno de Manaus, que é a região mais impactada. Com a chegada do recurso, agora a gente vai trabalhar de forma integrada pra mitigar o problema e procurar uma resposta o mais rápido possível”, disse o comandante. Articulação e reforço das operações A reunião desta segunda-feira dá continuidade à força-tarefa articulada ao longo do fim de semana, com a participação de representantes do Governo Federal, No sábado (10/10), os ministros se reuniram com o governador para discutir o reforço das operações no estado. Na mesma data, o Governo do Amazonas publicou o Decreto nº 55.751, que declara situação de emergência, por 180 dias, nas áreas dos municípios afetados por incêndios florestais. O reconhecimento federal da situação permite viabilizar recursos para as ações emergenciais. No domingo (11/10), durante reunião do Copec, no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), o CBMAM apresentou dados sobre as ocorrências e as estratégias de combate aos incêndios. Os ministros também realizaram um sobrevoo pela Região Metropolitana de Manaus para avaliar os impactos das queimadas. Como parte do reforço às operações, o Governo Federal disponibilizou 10 aeronaves que já estão no estado e se somam a uma aeronave que já havia sido providenciado pela Defesa Civil estadual e vão apoiar as ações de combate. Além dos aviões, o Governo Federal anunciou o envio de cerca de 300 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Operações de combate e prevenção O enfrentamento às queimadas no Amazonas reúne diferentes frentes de atuação. Entre elas está a operação Amazonas+Verde, iniciada em maio, que integra ações de combate aos incêndios florestais, educação ambiental, enfrentamento aos ilícitos ambientais e ampliação da capacidade operacional. A iniciativa atua no combate imediato aos focos em 33 municípios e alcançou mais de 43 mil pessoas com atividades educativas entre junho e agosto. A operação Tamoiotatá intensificou, na sexta-feira (09/10), as ações de campo na Região Metropolitana de Manaus e nos municípios de Manaquiri, Autazes, Careiro Castanho e Careiro da Várzea. Enquanto o CBMAM atua diretamente no combate ao fogo, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) realiza fiscalizações para coibir o uso irregular do fogo. O estado também conta com a operação Alerta Fogo, que utiliza monitoramento por satélite, drones e equipes em campo para identificar e fiscalizar infrações ambientais. O reforço da estrutura estadual inclui a ampliação das bases permanentes do CBMAM, que passaram de 11 para 25 municípios entre maio de 2025 e maio de 2026, além do aumento do efetivo da corporação para 1.651 militares. Em outubro, cinco novas viaturas de combate a incêndio foram entregues, elevando para 101 o total de viaturas operacionais. Também foram contratados 153 brigadistas florestais por meio do Programa Floresta em Pé. Além do combate direto aos incêndios, o Governo do Amazonas mantém medidas preventivas, como a proibição do uso do fogo por 120 dias em todo o estado, ressalvadas as exceções previstas na legislação. A Defesa Civil também monitora a qualidade do ar e emite alertas para orientar a população das áreas afetadas pela fumaça.

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Treinamento de desengasgo capacita gestantes em Parintins para salvar vidas em situações de emergência

Casai Parintins e Bombeiros capacitam gestantes para salvar vidas em emergências por engasgo Da Redação – Portal O Login da Notícia O 19º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM) de Parintins, por meio do 2º Sargento Denisio, realizou um treinamento sobre Obstrução das Vias Aéreas por Corpo Estranho (OVACE) durante mais uma edição do Encontro das Gestantes, promovido pela Casa de Apoio à Saúde Indígena Parintins (CASAI PIN). A atividade teve como foco as manobras de desengasgo em recém-nascidos, lactentes, escolares e grávidas, com demonstração prática que permitiu a todas as gestantes presentes executarem os procedimentos aprendidos. De acordo com o instrutor, o objetivo da educação em saúde é salvar vidas, especialmente em uma região de difícil acesso, onde o socorro pode não chegar com rapidez suficiente, sobretudo durante o período de estiagem dos rios. “Capacitar essas mulheres é multiplicar a proteção dentro de casa e na comunidade”, destacou o sargento. A Casai Parintins promove semanalmente encontros voltados a gestantes e puérperas, oferecendo orientações e encaminhamentos necessários durante o período de permanência na instituição. Essa ação uniu conhecimento teórico e prática, reforçando a importância da preparação para emergências no ciclo materno-infantil.

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Medida protetiva não exige BO: Defensoria orienta mulheres sobre como solicitar proteção

Decisão do STF ampliou a aplicação da Lei Maria da Penha para casos de violência de gênero fora do ambiente doméstico e familiar Da Redação – Portal O Login da Notícia Ameaças, perseguições, violência psicológica, agressões e outras situações que coloquem a mulher em risco podem justificar o pedido de uma medida protetiva de urgência (MPU). Para solicitar a proteção, não é necessário registrar previamente um boletim de ocorrência (BO), iniciar um processo criminal ou esperar que ocorra uma agressão física Em agosto deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que essas medidas podem ser aplicadas a mulheres vítimas de violência baseada em gênero, mesmo quando o caso ocorre fora do ambiente doméstico, familiar ou de uma relação íntima de afeto. A aplicação, no entanto, não abrange qualquer situação de violência contra a mulher, mas aquelas motivadas pelo gênero, ou seja, praticadas em razão da condição feminina ou decorrentes de discriminação contra a mulher. Para ajudar mulheres a entender quando e como recorrer a esse instrumento, a Defensoria Pública do Amazonas (DPAM) reúne as principais orientações sobre o assunto. Na prática, isso significa que a medida protetiva de urgência não está restrita aos casos em que o agressor é companheiro, ex-companheiro ou alguém da família. A proteção também pode ser solicitada em situações de violência de gênero ocorridas em espaços públicos, digitais, institucionais ou profissionais, desde que a violência esteja relacionada à condição de mulher. Segundo a legislação, a medida pode ser solicitada quando houver risco à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da mulher ou de seus dependentes. Entre as providências que podem ser determinadas pela Justiça estão o afastamento do agressor do local de convivência com a mulher, a restrição de aproximação e de contato por telefone, mensagens ou redes sociais, além da proibição de frequentar determinados lugares. A legislação também prevê o monitoramento eletrônico do agressor e o uso de dispositivo de alerta pela mulher. As medidas adotadas dependem de cada caso. A Justiça avalia as circunstâncias apresentadas e pode estabelecer uma ou mais formas de proteção, de acordo com o risco identificado. Não é preciso registrar BO Uma dúvida comum é se a mulher precisa procurar primeiro uma delegacia para depois solicitar a medida protetiva. Desde 2023, a Lei Maria da Penha prevê expressamente que a proteção pode ser concedida independentemente de boletim de ocorrência, inquérito policial ou ação judicial. O pedido também pode ser analisado a partir do relato da própria mulher ou de suas alegações por escrito, quando houver elementos que indiquem risco. Dessa forma, ela não precisa esperar reunir provas ou iniciar um processo criminal para buscar orientação e proteção de urgência. De acordo com a defensora pública e coordenadora do Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem), Caroline Braz, conhecer essa possibilidade pode fazer diferença justamente quando a mulher ainda está tentando entender quais caminhos pode seguir. “Muitas mulheres não sabem que podem pedir a medida protetiva diretamente na Defensoria Pública, sem precisar registrar um boletim de ocorrência. E isso faz diferença porque, muitas vezes, naquele momento, ela não quer necessariamente um processo criminal. Ela quer que o agressor se afaste, que pare de mandar mensagens, que não se aproxime dela. Então, saber que ela pode buscar essa proteção sem precisar primeiro registrar um BO pode facilitar esse primeiro passo e fazer com que ela procure ajuda”, explica. Informação como instrumento de proteção Saber onde procurar ajuda e quais possibilidades estão disponíveis pode ser decisivo para uma mulher em situação de violência. Foi em meio à busca por uma forma de proteger as filhas que Izabela Fagundes chegou ao Nudem. Na época, ela procurava uma vaga em outra escola para as crianças e também considerava mudar de endereço devido ao cenário de violência em que se encontrava. Ao pedir ajuda para conseguir a transferência escolar, Izabela recebeu de uma cliente do seu trabalho a sugestão de procurar a Defensoria Pública. A partir desse primeiro contato, passou a conhecer a rede de proteção e descobriu outras possibilidades de orientação e apoio. “Eu fui me informando e, cada vez que eu conversava com elas, elas me explicavam outras possibilidades que eu poderia ter. A Defensoria orienta essas mulheres sobre como sair de um relacionamento com mais segurança, como solicitar um auxílio-aluguel, se é possível mudar de endereço. Eles abrem essas possibilidades: se você pode ir para outro lugar, se pode se mudar. Então, realmente, é um papel de orientar. Nós ficamos perdidas, não sabemos o que fazer, que atitude tomar”, conta. O que acontece depois do pedido Depois que o pedido chega ao Judiciário, a Lei Maria da Penha prevê prazo de até 48 horas para que o juiz conheça e decida sobre a solicitação. A concessão da medida também não depende de a mulher iniciar ou manter um processo criminal. Conforme a legislação, a proteção deve permanecer enquanto persistir a situação de risco. O descumprimento de uma medida protetiva é crime. Nesses casos, a mulher deve buscar ajuda imediatamente e informar o ocorrido às autoridades que compõem a rede de proteção. Atendimento da Defensoria no Amazonas No Amazonas, a Defensoria Pública, por meio do Nudem, realiza pedidos de medidas protetivas nas duas Defensorias Públicas especializadas em violência de gênero que funcionam no prédio do Núcleo. Em 2025, a 1ª Defensoria Pública de 1ª Instância Especializada em Violência de Gênero registrou 131 pedidos de medidas protetivas. Entre janeiro e agosto de 2026, foram 150 solicitações na mesma unidade. Na 2ª Defensoria especializada, foram registrados outros 32 pedidos entre março e agosto deste ano. Considerando os períodos com dados disponíveis nas duas unidades, foram pelo menos 182 pedidos de medidas protetivas em 2026. Para mulheres que precisam de orientação ou querem solicitar uma medida protetiva, o Nudem oferece atendimento jurídico e psicossocial gratuito, com equipe multidisciplinar formada por defensoras públicas, psicólogas e assistentes sociais. O Núcleo funciona na Avenida André Araújo, nº 7, bairro Adrianópolis, em Manaus, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Nos casos de medida

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Em Parintins, Mutirão Previdenciário facilita acesso a benefícios e direitos

Iniciativa oferece serviços previdenciários, assistência jurídica e atendimento médico; projeto já ultrapassou mil atendimentos no interior em 2026 (Lucas Silva/DPE-AM) Da Redação – Portal O Login da Notícia A Defensoria Pública do Amazonas (DPAM) deu início, nesta segunda-feira (5/10), à sexta edição de 2026 do Mutirão Previdenciário, desta vez no município de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus). Os atendimentos seguem até quinta-feira (08/10), no Ginásio Poliesportivo Profª Silvia Pantoja, na rua Waldemar Queirós, bairro São Francisco, com serviços de orientação jurídica, requerimentos administrativos ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ajuizamento de ações previdenciárias e atendimento médico para atualização de laudos. Presente na abertura da ação, o 1º subdefensor público geral, Helom Nunes, destacou que a realidade amazonense não pode ser medida apenas em quilômetros, pois é preciso considerar que os rios são os principais meios de locomoção de quem vive distante. “Nós compreendemos que o sistema de justiça mede o acesso da população aos seus serviços onde estão suas estruturas físicas, mas essa é uma realidade que a Defensoria Pública já superou há algum tempo e esse Mutirão Previdenciário é a prova disso. Buscamos ir até as pessoas e nos aproximar das demandas que elas precisam e nos apresentam”, pontuou. Em quatro dias de atendimento, a população poderá buscar serviços voltados a diversas demandas, como orientação jurídica, solicitação de Benefício de Prestação Continuada (BPC), salário-maternidade, aposentadoria, auxílio-doença, auxílio-acidente, além de requerimentos administrativos junto ao INSS, entre outros serviços relacionados às necessidades das famílias. Segundo o defensor público Eliaquim Antunes, a definição dos municípios atendidos considera as necessidades identificadas em cada território, como as distâncias para acesso a serviços especializados, a existência de demandas jurídicas reprimidas e a realidade de famílias em situação de maior vulnerabilidade. “O Amazonas é um estado desafiador por si só e nós entendemos as vulnerabilidades apresentadas pela população, principalmente pela questão da distância. Com ações como essa, a Defensoria consegue alcançar os assistidos no interior e levar os serviços para quem mais precisa, evitando que o assistido pegue um barco ou uma lancha para ir até Manaus”, ressaltou. A procura da população Há quatro anos, Cristiana Tavares, 55, sofreu um acidente de moto que a deixou impossibilitada de exercer suas atividades como doméstica e cozinheira de forma permanente. Sem força nos braços e com acompanhamento diário no fisioterapeuta, o trabalho de Cristiana migrou para a área de vendas como autônoma, o que garante uma pequena renda no final do mês, mas insuficiente para viver bem. Quando soube do Mutirão Previdenciário, Cristiana foi até a unidade da Defensoria em Parintins para agendar um atendimento para o primeiro dia da ação. Lá, foi informada sobre os documentos necessários para a demanda dela, como laudos, receituários, entre outros. Com todos os documentos apresentados, conseguiu ser inserida no Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC-Loas), que dá a garantia de um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência que comprove não possuir meios de garantir o próprio sustento. “Depois que tive minha fratura nos braços, eu perdi as esperanças com tudo. Não consigo trabalhar, porque ninguém dá emprego para uma pessoa que está na situação que eu estou, por isso vou me virando das coisas que eu vendo. A Defensoria foi uma luz, eu senti muita segurança em tudo que falaram para mim, me ajudaram muito do início ao fim”, pontuou. Esperança também para Edivanir Bastos, 63, que também conseguiu dar entrada no BPC para o filho que possui espectro autista. Segundo ela, o processo feito pela Defensoria foi rápido e trouxe alívio para a família toda. “É uma felicidade, porque eu só estava cercada de tristeza e depois de hoje tudo vai ser diferente. Me explicaram como vai funcionar daqui para a frente, em quanto tempo vou ter a resposta e em qual benefício iam encaixar o caso do meu filho. A Defensoria Pública é isso: pública. Vou sair daqui falando para todo mundo usar esse serviço, que é nosso também e muito bem feito”, comemorou. Sobre o projeto O projeto Mutirão Previdenciário tem como finalidade a realização de atendimento multidisciplinar nas comarcas do interior e da Região Metropolitana do Amazonas, visando à implementação de direitos previdenciários e assistenciais, à redução de demandas represadas e à facilitação do acesso à justiça para populações vulneráveis que enfrentam dificuldades geográficas ou ausência de agências e órgãos previdenciários locais. Em 2026, a iniciativa já passou pelos municípios de Codajás, Itacoatiara, São Gabriel da Cachoeira, Maués e Humaitá. Somados, os atendimentos realizados já ultrapassaram mil registros.

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