Prazo para pagamento de taxa de inscrição no Enem termina dia 21 de junho
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Da Redação – Portal O Login da Notícia* MANAUS – O governador Wilson Lima sancionou Projetos de Lei (PL) de iniciativa da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), que trarão importantes avanços para a sociedade amazonense. Entre eles, está o PL nº 281/2022, que deu origem à Lei nº 6.238 de 2023, que institui o dia 28 de maio como o “Dia da Dignidade Menstrual”. Outra lei sancionada é oriunda do PL nº 378/2022, que declara o “Festival Folclórico Marquesiano” como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Amazonas. Com a sanção do Projeto de Lei nº 281/2022, de autoria da deputada Alessandra Campelo (PSC), subscrito pelo presidente da Aleam, Roberto Cidade (União Brasil), o Estado do Amazonas passa a reconhecer oficialmente o “Dia da Dignidade Menstrual”, a ser comemorado anualmente em 28 de maio. O objetivo da iniciativa é promover a conscientização sobre a importância da saúde menstrual e combater o estigma e a discriminação associados à menstruação. A partir de agora, a data ficará incluída no Calendário Oficial de Eventos do Estado, consolidando seu reconhecimento e relevância para a sociedade. “O Dia da Dignidade Menstrual é uma conquista significativa às mulheres amazonenses, que enfrentam desafios e obstáculos relacionados à menstruação. A partir dessa data comemorativa, espera-se que haja uma maior sensibilização da sociedade sobre as necessidades e direitos das mulheres durante o período menstrual, incluindo o acesso a produtos de higiene adequados, informações educativas e espaços seguros para discutir o assunto sem tabus”, explica a deputada. Já o outro projeto sancionado pelo governador, que declara o “Festival Folclórico Marquesiano” como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Amazonas, tem como autor o deputado Roberto Cidade. Esse festival, realizado anualmente pela comunidade do bairro São Raimundo, alunos e ex-alunos da Escola Estadual Marquês de Santa Cruz, agora recebe o reconhecimento oficial de sua importância para a cultura do estado. Com essa declaração, o “Festival Folclórico Marquesiano” se junta a outros elementos culturais já reconhecidos como patrimônio imaterial, preservando assim a identidade e a diversidade cultural do Amazonas. O Poder Executivo do Estado será responsável por realizar os registros necessários nos livros dos órgãos competentes, em conformidade com a legislação vigente. O “Festival Folclórico Marquesiano” é um evento tradicional que celebra a cultura popular, com apresentações de danças folclóricas, músicas típicas e manifestações artísticas regionais. Sua declaração como patrimônio imaterial destaca a importância de preservar e valorizar essa expressão cultural única, que transmite histórias, tradições e memórias do povo amazonense. (*) Com informações da assessoria
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Da Redação – Portal O Login da Notícia* MANAUS – O Instituto Estação tem como missão contribuir no fortalecimento de Organizações da Sociedade Civil (OSC), projetos sociais, comunidades e famílias em vulnerabilidade. E no próximo dia 7 de julho, no Casarão de Inovação Cassina, a instituição promove junto à Central Única das Favelas Amazonas (Cufa), a primeira edição do “Movimento Fortalecer”. Entre os convidados do evento estão: o ex-presidente e atual conselheiro da Cufa Brasil, Preto Zezé e o CEO da Favela Holding, Celso Athayde. O Fortalecer é um movimento de transformação social colaborativo, ligado ao Instituto Estação, e visa conectar diversos agentes públicos e privados, tendo como proposta levar o conhecimento de regulamentação para as OSCs e criar estratégias de soluções diversas, por meio de atividades que possam potencializar o ecossistema social. O presidente do Instituto Estação e Líder da Cufa, Alexey Ribeiro, destaca que o evento é extremamente importante para a cidade de Manaus, e que além de apresentar o Instituto Estação para a cidade, ele consolida as ações da Cufa no Estado do Amazonas. “A intenção do evento é criar um movimento de fortalecimento das demais instituições, levando uma profissionalização, na forma de atuação de todas elas, na facilitação de captação e gestão das tarefas e atividades e financeira das instituições. Então, a gente visa apoiar ainda mais as ações sociais. Com isso, eu consigo alcançar mais comunidades, favelas e interiores, e assim, conseguimos gerar um impacto mais relevante na sociedade como um todo”, destacou Alexey. Com isso, o Instituto Estação acredita no potencial do ser humano, que é capaz de se desenvolver, desde que lhe sejam oferecidas oportunidades. De acordo com Alexey, o ser humano tem um grande potencial, mas desde que lhe seja oferecida oportunidades. “Nós podemos ser multiplicadores do bem, tendo o amor como princípio, e com a força do trabalho voluntário, dedicação e empatia, acreditamos que este projeto seja um caminho para a transformação de vidas e para a construção de um mundo melhor e mais digno”, explicou Alexey. Para o vice-presidente do Instituto Estação, Cleslley Rodrigues, as OSCs são responsáveis por impactar no fortalecimento do setor que tem participação similar ao da agricultura no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, empregando 6% do total de trabalhadores no País. “Trabalhamos como vitrine para as OSCs, captando recursos e desenvolvendo projetos em que elas possam atuar como organizações bem estabelecidas. O caminho se faz com ações transparentes e líderes informados sobre administração, negócios, cultura organizacional, marketing, recursos, gestão de pessoas e outros diferenciais que transformam uma ação pontual e voluntária em um negócio social que chama a atenção de investidores e parceiros”, salientou Rodrigues. Cufa Amazonas O Instituto Estação, parceiro da Central Única das Favelas (Cufa), no Amazonas, é uma organização presente há mais de 20 anos, nas favelas brasileiras. A Cufa promove atividades nas áreas de educação, lazer, esportes, cultura e cidadania, utilizando de ferramentas como grafite, DJ, break, rap, audiovisual, basquete de rua, literatura, entre outros. “A Cufa utilizou sua capilaridade para conectar a favela e o asfalto e amenizar ao máximo as dificuldades que os moradores de favela enfrentam. Nós, do Instituto Estação, acreditamos que para nós, o bem, bem feito, transforma tudo e todos. Dessa forma, acredita-se e realiza-se o potencial humano, por meio de oportunidade e dedicação. É mais que solidariedade, serviço, ética e colaboração. É missão, confiança, parcerias, desenvolvimento pessoal e profissional”, finalizou Rodrigues. Quem somosSomos um movimento que visa FORTALECER a sociedadepor meio de ações de desenvolvimento social, garantindo maiores oportunidades, diminuindo a desigualdade. Levando a todos, culturas, esporte, conhecimento, lazer e profissionalização. Como fazemosPor meio de eventos e parcerias, captamos recursos para proporcionar o melhor para as comunidades e, em parceria com outras instituições, executamos capacitações e desenvolvemos trabalhos diversos para alcançar o nosso principal objetivo. Para conhecer mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Instituto Estação, os interessados podem acessar o site: institutoestacao.com.br ou as redes sociais: @estacaoinstituto e @cufamanaus. (*) Com informações da assessoria
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