Amazonas participa pela primeira vez de Salão Nacional de Turismo, em Brasília

Da Redação – Portal O Login da Notícia MANAUS – Pela primeira vez, o Amazonas marca presença no Salão Nacional do Turismo, realizado nos dias 15, 16 e 17 de dezembro, em Brasília (DF). Durante três dias, a Empresa Estadual do Turismo (Amazonastur) apresentará ao público que for ao Estádio Nacional Mané Garrincha, os principais atrativos do Amazonas em cinco grandes áreas de exploração: Turismo de Natureza, Sol e Praia, Turismo Cultural, Turismo Rural e Turismo de Tendências. O evento apresenta ao mercado os principais produtos turísticos ofertados em todo o país, sendo reconhecido como uma ampla vitrine e um elemento de formação da cultura de viagens no Brasil.Para o presidente da Amazonastur, Ian Ribeiro, a presença do estado ao lado de várias referências (players) do turismo, representa uma oportunidade inédita para promover os atrativos naturais e culturais da região em nível nacional.“Nossa expectativa para esse salão está muito alta, tendo em vista a grandiosidade que vai se dar ao evento. É esperado fazer vários contatos, conseguir um networking com várias empresas turísticas, agências nacionais e internacionais, para trazer mais turistas e assim fomentar todo o setor turístico do nosso estado”, destaca Ribeiro.O foco central do Salão Nacional do Turismo 2023 é fomentar e evidenciar o turismo brasileiro, mobilizando conhecimento sobre o setor e seu vasto potencial de negócios. A proposta é oferecer ao público uma ampla gama de experiências que evidenciam a riqueza e a diversidade do turismo no Brasil.ServiçoO quê: Salão Nacional do TurismoLocal: Estádio Nacional Mané GarrinchaData: 15 a 17 de dezembroHorários: sexta-feira, das 13h às 21h; sábado, das 10h às 21h; e domingo, das 10h às 18hIngresso: acesso livreFOTOS: Tácio Melo/Roberto Castro/Mtur

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Maior apreensão de ouro extraído de garimpo ilegal da história do Amazonas: carga passou por Itacoatiara

Avião transportava 47 quilos em barras de ouro, avaliado em R$ 15 milhões (Divulgação/PF) Da Redação – Portal O Login da Notícia ITACOATIARA (AM) – A maior apreensão de ouro extraído de garimpo ilegal da história do Amazonas teve carga, com 47 kg em barras de ouro, passando por Itacoatiara (a 270 quilômetros de Manaus). Segundo a Polícia Federal, o carregamento avaliado em R$ 15 milhões e grau de pureza superior a 90% foi encontrado com dois homens no domingo, 10, em Manaus, após um pouso de uma aeronave de pequeno porte no Aeroclube. O avião havia passado por três cidades, entre eles, a itacoatiarense. A apreensão foi da Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Militar. De acordo com a PF, a aeronave, que já transportava as barras de ouro, saiu de Itaituba, no Estado do Pará, e fez uma rápida para no aeroporto de Itacoatiara, na Região Metropolitana de Manaus. Não há informações sobre o motivo da passagem pela cidade. Após Itacoatiara, o avião seguiu para Manaus, onde pousou no Aeroclube do Amazonas, no bairro Flores, na Zona Centro-Sul da capital. Segundo o G1, o ouro foi colocado em um carro modelo Gol, cujo veículo acabou sendo atacado por um grupo armado que estava em automóvel modelo Doblò e tentou roubar o carregamento. A equipe da Rocam soube do caso após receber denúncia de um assalto em andamento em uma área de classe média alta, na Avenida Nilton Lins, em que houve um tiroteio entre os dois veículos. Ao chegar no local, no entanto, os atiradores já tinham fugido e abandonado o Doblò. Já os dois homens, que estavam no Gol com as barras de ouro, foram presos e levados para a sede da Superintendência da Polícia Federal. As informações são do G1 e da PF

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Aos 63 anos, morre professora Darlene Balbi, do Clube de Mães, em Itacoatiara (AM)

Da Redação – Portal O Login da Notícia ITACOATIARA (AM) – Morreu nesta terça-feira, 12, a professora Darlene Balbi França, aos 63 anos de idade, em Itacoatiara (a 270 quilômetros de Manaus), no interior do Amazonas. Famosa pelos passeios turísticos pela Amazônia, a profissional da educação fazia parte do tradicional Clube de Mães Nossa Senhora do Rosário da cidade e era muito querida pela classe. De acordo com familiares, Darlene deu entrada no último, 10, no Hospital Regional José Mendes, em Itacoatiara, com dores na região do abdômen. A professora realizou exames e, por conta do agravante da situação, a unidade hospitalar estava programando a transferência dela para Manaus. Na tarde de hoje, a educadora não resistiu a um infarto e foi a óbito. Aos prantos, familiares e amigos de Darlene Balbi estiveram no hospital e lamentaram a morte da educadora. Moradora do bairro da Colônia, a professora era considerada uma profissional de excelência e apaixonada pela profissão. Com o barco MS Vitória, promovia viagens com grupos de idosos pela Amazônia, com saída em Itacoatiara e destino até Alter do Chão, no Pará. Ainda não há informações sobre o velório da professora, que deve ser sepultada no Cemitério Divino Espírito Santo, no bairro Colônia, em Itacoatiara.

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Dívida do Fies poderá ser abatida com prestação de serviço público

Proposta foi aprovada em caráter não terminativo em comissão do Senado (Marcello Casal Jr./Agência Brasil) Da Redação – Portal O Login da Notícia BRASIL – A Comissão de Educação do Senado aprovou, nesta terça-feira (12), proposta que prevê a possibilidade de estudantes com dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) saldarem parte de seus débitos prestando serviço público. Aprovada em caráter não terminativo, a matéria segue agora para avaliação da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Apresentada pela senadora Dorinha Seabra (União-TO), a sugestão é uma alternativa à proposta original do Projeto de Lei (PL) 3652/2023, que propunha o perdão integral das dívidas de estudantes contemplados no programa No texto substitutivo, a senadora incluiu a possibilidade dos devedores abaterem suas dívidas participando de programas de apoio ao serviço público nas áreas da saúde, educação, assistência social, entre outros. O texto aprovado estabelece que, para cada semana de trabalho, com carga horária de, no mínimo, 20 horas, o estudante com dívidas com o Fies fará jus ao abatimento de uma prestação, além de ter ressarcidos os gastos com transporte e alimentação. “No meu voto, e no texto do substitutivo, fica assegurado que essa análise será feita. E há, inclusive, uma regra de compensação; que assistentes sociais, professores e enfermeiros, por exemplo, possam prestar um determinado número de horas de serviços à instituições públicas”, explicou a relatora Dorinha Seabra (União-TO), destacando a necessidade dos beneficiários do Fies restituírem os valores recebidos a fim de não comprometer a continuidade do programa. “O FIES é um importante programa não só de ampliação de acesso [ao ensino superior], mas de financiamento. E, por isso, obviamente, ele tem que ter recursos [disponíveis] para continuar esse financiamento. Sabemos que é o pagamento feito por quem obteve o financiamento que mantém o programa funcionando”, justificou a senadora, defendendo a análise caso a caso para, quando possível, “estabelecer a contraprestação do serviço”. Para o presidente da Comissão de Educação, senador Flávio Arns (PSB-PR), a contrapartida proposta em substituição ao perdão irrestrito das dívidas tem uma vantagem adicional: a de promover o ingresso de recém-formados em suas profissões. “É bom para a pessoa que se forma e que está procurando alternativas de trabalho, para se manter”, disse Arns. Indígenas Os membros do colegiado também aprovaram a proposta que inclui as mulheres indígenas em políticas públicas de combate à violência e de promoção da saúde e da educação. De autoria da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 2975/2023 altera o Decreto 2848/1940 (Código Penal) e as leis 11340/2006 (Maria da Penha); 8080/1990 (Lei Orgânica da Saúde) e 9394/1996 (Lei de Diretriz e Bases da Educação). Não terminativo, o projeto segue para análise da Comissão de Assuntos Sociais. “O PL em exame determina que as condições e necessidades específicas às mulheres indígenas devem ser consideradas na formulação e implementação de políticas públicas e para o acatamento das respectivas diretrizes”, conclui o relatório aprovado. “A medida é acertada, pois permitirá o enriquecimento da perspectiva inclusiva na formulação de ações de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, inclusive naquelas mais pertinentes ao segmento educacional”. Se o projeto for aprovado também pela Comissão de Assuntos Sociais e pelo Plenário do Senado, o fato de um crime ser cometido contra um indígena passará a ser considerado um agravante. Além disso, a elaboração de políticas públicas terão que, obrigatoriamente, levar em conta as particularidades e necessidades das mulheres indígenas, que terão espaço garantido na definição e execução de programas de educação indígena. (*) Com informações da Agência Brasil

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