Operação Fronteira Mais Segura apreende três armas de fogo e diversas munições no município de Rio Preto da Eva
Além disso, também foram apreendidas mais de 200 trouxinhas de maconha
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Pesquisa é do Instituto Patrícia Galvão e da Consulting do Brasil
Liderada pelo Instituto Soka Amazônia e Iphan-AM ação promove educação ambiental e patrimonial na véspera do dia do Rio.
Criança tinha apenas 1 ano e 7 meses quando foi vítima de abuso sexual pelo padrasto (Erlon Rodrigues/PC-AM) Da Redação – Portal O Login da Notícia MANAUS – A mãe da bebê de 1 ano e 7 meses que morreu, após ser vítima de abuso sexual em setembro deste ano, foi quem incitou a população a queimar e matar Gregório Patrício da Silva, de 48 anos, acusado de praticar o crime contra a enteada, segundo informou a delegada Mariane Menezes, que investiga os assassinatos. Os crimes aconteceram em Jutaí, no interior do Amazonas. A morte da menina seguida de um estupro gerou revolta na população do município e fez com que os moradores da região promovessem um linchamento contra o homem. Segundo a delegada Mariane Menezes, a mãe da criança e outras pessoas revoltadas com o crime chegaram a entrar na delegacia para agredir Gregório. O homem foi levado para fora da unidade prisional e foi violentamente agredido pelos moradores, que jogaram Gregório em uma fogueira. O acusado do crime de abuso sexual foi carbonizado e morreu no local. “Desde o início, ela inflamou a população ao linchamento. Ela entrou na cela, golpeou com madeira esse indivíduo, além de ter feiro a fogueira e depois carbonizado o corpo desse homem”, destacou a delegada. Relembre O crime ocorreu em setembro deste ano, naquele município, após o indivíduo ser preso por estuprar e matar uma criança de 1 ano. Os presos foram identificados como Abraão Lopes Ferreira, 32; David Araújo Freitas, 23; Mateus Soares Lopes, 25; e uma mulher de 19 anos, que seria a mãe da criança. O delegado Paulo Mavignier, diretor do DPI, esteve presente em coletiva de imprensa, realizada nesta sexta-feira (22/11), e destacou a ação coordenada pela delegada Mariane Menezes, à frente da 56ª DIP de Jutaí. “A população se revoltou e tentou fazer justiça com as próprias mãos em relação aos crimes contra a criança. O autor, que já estava detido, foi retirado da delegacia, linchado e queimado vivo em uma via pública do município. Entendemos a revolta da população, mas essa prática não é permitida no estado democático que vivemos”, ressaltou o delegado. Conforme a delegada Mariane Menezes, da 56ª DIP de Jutaí, em relação ao crime de estupro de vulnerável, as investigações iniciaram com o suposto desaparecimento da criança, comunicado por sua mãe. Ela informou que a criança foi vista pela última vez no dia 17 de setembro, enquanto dormia em um flutuante no porto de Jutaí. “De imediato, a equipe policial da 56ª DIP realizou diligências, colheu depoimentos e analisou imagens de câmeras de segurança, o que possibilitou esclarecer, em menos de 24 horas, que a criança havia sido vítima de estupro e homicídio, por parte do autor. No dia 18 de setembro deste ano, ele, ao saber que estava sendo investigado, se apresentou espontaneamente à delegacia e confessou os delitos”, explicou a delegada. Caso de linchamento De acordo com a delegada, após o interrogatório, o indivíduo permaneceu custodiado na unidade policial. No dia do linchamento, pessoas começaram a se aglomerar e a inflamar populares para entrar no prédio da delegacia e retirar o suspeito do local. “As equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal (GCM) ainda conseguiram conter as pessoas por cerca de quatro horas, até a noite daquele dia, quando um grupo de cerca de 25 pessoas invadiu o local e arrombou a cela em que estava o autor”, contou a delegada. Segundo a delegada, o homem foi arrastado para fora com muita violência e golpeado com diversas pauladas. Posteriormente, o seu corpo foi carbonizado. Toda ação foi registrada por meio de vídeos publicados em redes sociais. “Os vídeos gravados ajudaram a identificar os autores do linchamento. Entre eles, está a mãe da criança. Desde o início, ela inflamou a população ao linchamento, além de ter entrado na cela e golpeado o indivíduo com um pedaço de madeira e ter sido a responsável por fazer a fogueira que carbonizou o corpo do autor. A mulher ainda ateou fogo em um veículo da Guarda Civil e resistiu à ordem de prisão do autor”, disse a delegada. Ainda conforme a delegada, um dos suspeitos do linchamento chegou a utilizar coquetel molotov para depredar a delegacia, e ele responderá por explosão. “Foi um caso chocante para o Amazonas. A Polícia Civil está cada vez mais empenhada em punir e responsabilizar autores de crimes contra crianças e adolescentes, porém, não se paga uma barbárie com outra barbárie. Linchamento também é um crime grave e passível de punição”, mencionou a delegada. Ainda no dia de ontem, os presos foram transferidos para Manaus e encaminhados à uma unidade prisional da capital. As outras pessoas que tiveram participação na ação criminosa foram indiciadas por vilipêndio a cadáver, resistência qualificada e explosão. Procedimentos O quarteto responderá por homicídio qualificado, vilipêndio a cadáver, dano qualificado, incitação ao crime e resistência qualificada. Eles já se encontram à disposição da Justiça.
A menina e a mulher foram jogadas ao chão com o impacto; Nenhum dos envolvidos usava capacete (Bruno Pacheco/O Login da Notícia) Bruno Pacheco – Portal O Login da Notícia ITACOATIARA (AM) – Em um acidente de moto na tarde desta sexta-feira, 22, uma mulher e uma criança ficaram feridas após serem atropeladas por um homem que atravessou o sinal vermelho na Avenida Parque, no Centro de Itacoatiara (a 270 quilômetros de Manaus). As vítimas chegaram a ser jogadas ao chão com o impacto dos veículos. O caso aconteceu por volta de 13h e foi registrado pelo Login, entre a rua Nossa Senhora do Rosário com a Avenida Parque, ao lado da Bemol. Nenhum dos envolvidos usava capacete. A mulher dirigia uma motocicleta sentido bairro da Colônia, quando atravessou o sinal verde e foi surpreendida com o outro motorista, que transitava pela avenida. A menina, de aproximadamente 8 anos, sofreu escoriações pelo corpo, mas, assim como a mulher, passa bem. O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi acionado para os primeiros socorros. Agentes do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana e da Polícia Militar também foram acionados para controlar o trânsito e garantir a apuração do caso.
O linchamento ocorreu em setembro deste ano, após o indivíduo ser preso por estuprar e matar uma criança de 1 ano
Vereadores de Itacoatiara já haviam aumentado o próprio subsídio este ano
Desemprego: Dados do 3º trimestre do ano foram divulgados pelo IBGE
A vítima sofria abusos sexuais desde os 6 anos de idade.
Acordo judicial incluiu 32,2 mil novos candidatos habilitados (Joel Rodrigues/Agência Brasília) Da Redação – Portal O Login da Notícia O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) anunciou, nesta quinta-feira (21), que os resultados finais do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) devem ser divulgados em 11 de fevereiro de 2025. O adiamento está previsto no novo cronograma anunciado pela pasta. Inicialmente, os resultados seriam divulgados nesta quinta-feira (21) De acordo com o MGI, a União firmou acordo judicial para garantir a continuidade do concurso, a partir da reabilitação de 32.260 novos candidatos para a correção da prova discursiva. Todos os candidatos já habilitados permanecem no certame. O acordo evitou a eliminação dos candidatos que deixaram de marcar o gabarito ou a frase no cartão de resposta. A regra está contida no item 9, letra “f”, do caderno de provas, diante da possibilidade de se identificar o tipo de prova por outros critérios. O tratado também garante a correção, em quantidade equivalente a dos candidatos de ampla concorrência, das provas discursivas e redações de candidatos concorrendo a vagas reservadas para negros que atingiram a nota mínima. Devido ao acordo, houve a necessidade de se estabelecer um novo cronograma para cumprir todas as etapas previstas para o chamado Enem dos Concursos. Outra situação incluída para garantir a correção de provas é a retificação dos editais dos blocos temáticos de número 4 (Trabalho e Saúde do Servidor) e de número 5 (Educação, Saúde, Desenvolvimento Social e Direitos Humanos) para o cargo de Analista Técnico de Políticas Sociais (ATPS), que atuarão na gestão de políticas públicas. O Ministério da Gestão esclarece que a maior parte dos 32,2 mil candidatos que ficaram habilitados para a correção da prova discursiva está relacionada ao número de provas discursivas corrigidas para candidatos de cotas raciais para pessoas negras. Esta correção do edital incluiu a prova de títulos como etapa classificatória e garante a equivalência com os pesos previstos no edital do Bloco 2 (Tecnologia, Dados e Informação) para o mesmo cargo. Com o acordo, foi necessário estabelecer um novo cronograma para cumprir todas as etapas previstas no chamado concurso. Confira abaixo o novo cronograma do CNU: O acordo judicial foi homologado no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) entre membros da União, do Ministério Público Federal (MPF), da Advocacia-Geral da União (AGU), além da Fundação Cesgranrio, contratada como banca examinadora do certame. O compromisso ocorre após candidatos terem movido ações judiciais questionando a não correção da prova de quem se autodeclarou negra e atingiu nota de corte; e, ainda, falta de prova de título pra cargo de Analista Técnico de Políticas Sociais (ATPS), no bloco temático 5, do CNU. (*) Com informações da Agência Brasil